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Lula pretende rovogar normas da caovid-19 baixadas por Bolsonaro


Ex-ministro José Gomes Temporão fará relatório final da transição de governo na área da saúde
Luiz Inácio Lula da Silva, presidente eleito Ton Molina/Fotoarena/Estadão Conteúdo Por: | 28/05/2023 18:08

A CNN apurou nesta sexta-feira (11) que o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), planeja para as primeiras semanas após a posse fazer um “revogaço” de portarias e decretos implantados ao longo da gestão Jair Bolsonaro (PL) relacionados a pautas consideradas negacionistas da pandemia da Covid-19.

De acordo com relatos feitos à CNN, a equipe de transição começou a fazer o levantamento dessas decisões.

 
O foco será reverter iniciativas adotadas pelo Ministério da Saúde que indicam o uso de medicamentos sem comprovação científica contra a Covid-19, como protocolos que endossaram o uso do “kit covid”, por exemplo.

Antes, ainda no período de transição de governo, ficou definido que o ex-ministro José Gomes Temporão terá papel relevante na saúde Ele será o relator da transição de governo na área. Ele ficará responsável por preparar um relatório com o diagnóstico da pasta.

Ficou definido também que o ex-ministro Arthur Chioro terá a missão de coordenação política dos trabalhos e será responsável por articular os grupos e convocar reuniões.

A informação foi confirmada pelo senador Humberto Costa (PT) que é um dos coordenadores do grupo técnico de transição.

Desafios no SUS, vacinação e Farmácia Popular

Nesta semana, Arthur Chioro (PT) elencou alguns desafios da transição de governo como vacinação, Farmácia Popular e fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

A saúde é uma das áreas consideradas prioritárias pelo governo eleito diante dos impactos da pandemia de Covid-19, a expectativa é de que transição faça o diagnóstico da área e comece a planejar uma campanha intensa de vacinação depois da posse de Lula.

Na próxima segunda-feira (14) será feita uma segunda reunião da equipe para serem definidos os núcleos temáticos da área da saúde. A principal preocupação do grupo é recompor o orçamento da área para 2023.

“Nós temos um déficit, uma diferença entre o que deveríamos ter e o que temos da ordem de R$ 22 bilhões quando comparamos a legislação atual e a legislação que havia em 2016”, disse Humberto Costa. (CNN)




Diário do Interior MS
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