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PT inicia governo com tropeços, falas antagônicas e acusação contra ministros


Dos atuais ministros, 19 tem ou tiveram problemas com a justiça, incluindo o presidente
Ministros tomaram posse neste domingo no Palácio do Planalto. Fonte: Agência Câmara de Notícias Por: | 28/05/2023 18:08

Mal tomou posse, o novo governo coleciona uma enxurrada de críticas de especialistas, falas inadequadas de ministros, além de denúncias de ministros que estão envolvidos com milicianos e que não sabem como se comportar diante dos desafios que irão enfrentar.

A mídia especializada que torceu para a derrota de Bolsonaro não esperavam que o ex-presidente se comportasse como um juvenil não tendo ideia de onde quer chegar com o país. A prova disso é a montagem do seu ministério. Nove partidos diferentes com ideologias diferentes e propostas, muitas vezes, antagônicas ocupam cargos de uma mesma área. A chance disso dar certo é muito próxima de zero.

Haddad no ministério da Economia e Simone Tebet no Planejamento seria como tentar misturar água com óleo. O primeiro é estatizante tendo no estado o indutor da economia, a segunda é liberal e grande incentivadora do livre mercado. Só isso já seria motivo de camisa de força para quem fez a escolha, pois haverá conflito em tempo integral. Junta-se a isso, o desconhecimento de Haddad em Economia, uma vez que ele tem formação em Direito e fez apenas Mestrado em Economia, ainda assim contando como surgiram as Ciências Econômicas: resumindo, não entende nada de Economia.  

O “probo” ministro da Justiça, Flávio Dino, ex-governador do Maranhão, carrega uma enorme quantidade de processos por corrupção em seu estado; a ministra do Turismo, Daniela do Waguinho, segundo meios de comunicação, teve sua campanha auxiliada por milicianos do RJ. Aloizio Mercadante não pode assumir o BNDES por questões Constitucionais, etc.

Para piorar as coisas, a Bolsa de Valores perdeu, nos últimos 60 dias, mais de 10% do valor das ações, ou seja, perto de 600 bilhões de reais. A Petrobrás que tinha mais de 600 bilhões de reais de valor de mercado, caiu para pouco mais de 300 bilhões, ou seja, vale metade do que valia em virtude das falas destemperadas e incompetentes dos ministros de Lulla, incluindo falas do próprio eleito.

Em tão pouco tempo, o novo governo já produziu escândalos e dúvidas suficientes que, em um país sério, levaria o presidente ao impeachment ou à renúncia. (Portal do Conesul, texto Walter Azzolini) 




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