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Imagem: CNN
Por: | 28/05/2023 18:08
Na primeira reunião ministerial o presidente eleito disse que aquela reunião marcaria a unidade do povo brasileiro e que o governo lutaria para trazer o povo brasileiro em torno de uma unidade de forças em prol da nação.
No entanto, gastou mais da metade do seu discurso tecendo críticas severas contra o governo que saiu emitindo a ideia de terra arrasada para justificar um possível fracasso. Diante disso, o presidente não propôs uma solução para unificar o país.
Disse que manterá diálogo ($) com o congresso dizendo que não é Arthur Lira (presidente da Câmara) e Rodrigo Pacheco (Presidente do Senado e do Congresso), mas é ele, presidente, que precisa dos dois. Falou também que os ministros não estão blindados e que, em caso de "deslize" (corrupção) terão que enfrentar a justiça.
Na verdade a reunião serve para que o presidente possa dar diretrizes aos ministros (se é que ele tem um plano) para que possam montar seus ministérios. No discurso o presidente eleito citou intencionalmente a saúde e a educação como prioridades de seu governo. Mencionou que os auxiliares de cada ministério poderão ser políticos, mesmo que não entendam nada da pasta, o que é uma temeridade para o país. (Portal do Conesul, texto Walter Azzolini)
