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Imagem de automóvel incendiado por terroristas esquerdistas em 2016. (Foto: g1)
Por: | 28/05/2023 18:08
A horda esquerdista apoiada pelo PT, CUT, UNE, etc, depredaram e destruíram a Praça dos Três poderes, patrimônio histórico, contrários à PEC 55 de 2016 que instituía o Teto de Gastos que colocava freio à gastança do governo.
A imprensa tradicional que militou em favor da eleição do petista chama as manifestações ocorridas em Brasília no último domingo de atos terroristas. Este é um caso clássico de como não se fazer jornalismo.
A função do jornalismo é cobrir o fato sem emitir opinião. A opinião sobre os fato ou os fatos é função dos comentaristas e analistas que são os responsáveis pelos comentários. Os jornalistas modernos trazem a notícia, fazem os comentários e sentenciam o fato como algo segundo o seu olhar sobre o fato. Vergonhoso.
Os terroristas de esquerda que destruíram os patrimônios, público e privado, no passado nunca sofreram responsabilização sobre seus atos.
No último domingo, num momento de insanidade coletiva, alguns manifestantes exageraram em ações e acabaram por danificar o patrimônio público assim como fizeram os esquerdistas no passado e nunca foram chamados de terroristas.
Ao que parece o jornalismo atual, além de fazer campanha em favor de Lulla, estão sofrendo de amnésia seletiva. Está se formando um cenário terrível muito parecido com o que Hugo Chaves fez na Venezuela. (Portal do Conesul, texto Walter Azzolini)
- O Portal do Conesul repudia atos antidemocráticos e reitera seu apoio a manifestações dentro do que preconiza a constituição.
