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Foto: Band/Uol
Por: | 28/05/2023 18:08
As falas do presidente Lula na Europa continuam causando estranheza na comunidade internacional. Em sua visita a Portugal, Lula acenou com um compromisso de crítica à Rússia pela invasão à Ukrânia.
Na Espanha, Lula pediu que o G20 seja um grupo de paz e não de guerra.
Continuando sua fala, o presidente do Brasil criticou os Estados Unidos pela invasão ao Iraque, criticou também França e Inglaterra pela “invasão” à Líbia. Ou seja, Lula voltou a ser o mesmo Lula.
Ele disse que “vivemos o mundo em que o Conselho de Segurança da ONU, os membros permanentes, todos eles são os maiores produtores e vendedores de armas do mundo, são os maiores participantes de guerras do mundo. Então, eu fico me perguntando se não cabe a nós, outros países que não são membros permanentes, fazer uma mudança na ONU”, destacou Lula.
Segundo ele, é preciso “construir um novo mecanismo internacional que possa fazer coisas diferentes”.
Em sua fala referente aos Estados Unidos e países da Europa, Lula disse que “quando os Estados Unidos invadiram o Iraque, não houve discussão no Conselho de Segurança. Quando a França e a Inglaterra invadiram a Líbia e quando a Rússia invadiu a Ucrânia, também não se discutiu”, afirmou o presidente.
Em suas críticas aos países membros do G20, Lula falou que “ora, se os membros que têm a responsabilidade de dirigir a paz mundial não pedem licença, por que os outros têm que obedecer? Então, eu acho que está na hora de a gente começar a mudar as coisas. Está na hora de a gente criar o G20 da paz, que deveria ser a ONU”, acrescentou.
Com essas declarações o presidente brasileiro desagrada os países mais democráticos do primeiro mundo e coloca o Brasil entre os "anões" internacionais.
Portal do Conesul