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Reunião de MS em Brasília tem barraco de deputada na frente de presidente da Câmara


Foto: Divulgação Por: Editorial | 30/05/2023 21:04

O clima ferveu na reunião da bancada de Mato Grosso do Sul com o presidente da Câmara, Arthur Lira, para cobrar a tramitação da PEC 132, que assegura indenização para os produtores rurais afetados por terras declaradas como indígenas.

A deputada Camila Jara (PT) não gostou nada da reunião e ao final disse que não tiraria foto com o grupo.

O que já era climão virou barraco quando Camila começou a questionar a participação do deputado federal Vander Loubet (PT), mesmo ele sendo coordenador da bancada de Mato Grosso do Sul.

Em tom pouco amigável, Camila chegou a dizer que iria representar contra Vander no conselho de ética do partido, alegando que ele estaria indo contra as diretrizes do partido.

O comportamento da deputada deixou o grupo de Mato Grosso do Sul constrangido, já que foram na tentativa de achar a melhor solução para o problema, que seria desapropriação com indenização das terras.

Camila tem protagonizado cenas curiosas em Brasília. Recentemente, mandou um deputado calar a boca durante participação de Fernando Haddad (PT). “Cala a boca. Deixa ele falar. Sua mãe não te deu educação?”, gritou.

Reunião de MS em Brasília tem barraco de deputada na frente de presidente da Câmara
Em outro episódio, serviu suco de uva feito pelo Movimento Sem-Terra (MST) durante a CPI onde o próprio MST é investigado. Em uma das discussões, chegou a ser questionada por uma colega, que aconselhou ela a vender a bolsa importada para ajudar as pessoas mais necessitadas.

A reportagem questionou a deputada sobre o caso e se pretende denunciar o colega ao conselho, mas ainda não recebeu retorno.

Recentemente, Zeca do PT foi fortemente criticado ao se posicionar contrário à ocupação indígena em Rio Brilhante, terra de um dirigente do Partido dos Trabalhadores (PT). No próprio partido, houve quem acusasse o deputado de estar agindo como deputado do centrão e não de esquerda.

PEC

O texto da PEC prevê indenização para produtores rurais prejudicados pela declaração de suas áreas como indígenas e que foram homologadas como tal.

A medida já foi aprovada no Senado e agora precisa ter a votação marcada na Câmara dos Deputados. A caravana de Mato Grosso do Sul entende que a indefinição quanto à análise da Proposta de Emenda abre brechas para políticas públicas que fragilizam territórios e incentiva conflitos, bem como invasões e violência em Mato Grosso do Sul. 

(InvestigaMS)



Diário do Interior MS
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