|
Hoje é Sábado, 11 de Julho de 2026.
Arte/Metrópoles
Por: Walter Azzolini | 05/10/2023 15:43
Brasília e Rio de Janeiro – Autoridades relacionadas à investigação dos três médicos executados no Rio de Janeiro nesta madrugada se pronunciaram nesta quarta-feira (5/10). “A Polícia Civil [do Rio] está se utilizando de todas as ferramentas possíveis para conseguirmos o máximo de provas o quanto antes para dar a efetiva resposta a esse caso”, afirmou o diretor do Departamento-Geral de Homicídios e Proteção à Pessoa (DGHPP), delegado Henrique Damasceno, à imprensa.
“Asseguro que todos os protocolos de homicídio estão sendo devidamente adotados, a Polícia Civil está se utilizando de todas as ferramentas possíveis para conseguirmos o máximo de provas o quanto antes para dar a efetiva resposta a esse caso. É uma investigação de um crime grave, e todo o departamento e todas as unidades estão empenhadas em resolver essa questão o quanto antes”, completou Damasceno, que ficou conhecido por investigar o caso de Henry Borel.
Delegado de Estado de Polícia Civil, José Renato Torres também afirmou que tem certeza que não haverá impunidade: “Tenho certeza que esse crime não vai ficar impune diante da atuação da equipe de homicídio”, afirmou o à imprensa.
Na manhã desta quarta, uma coletiva de imprensa havia sido anunciada. No entanto, a coletiva transformou-se em um pronunciamento, na qual as autoridades apenas relataram sobre o caso e não responderam a quaisquer perguntas dos jornalistas presentes.
O hotel no qual os médicos estavam hospedados, chamado Windsor, é próximo ao Condomínio Vivendas da Barra, muito usado como quartel-general (QG) de apoiadores da família Bolsonaro, e palco da coletiva da vitória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2018. O local de execução, próximo ao posto 4 na Barra da Tijuca, também fica a menos de um quilômetro do local.
As informações foram confirmadas durante a coletiva de imprensa realizada na Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), da Polícia Civil do Rio (PCERJ). Estiveram presentes do secretário de Estado de Polícia Civil, delegado José Renato Torres; o secretário de estado de Polícia Militar, coronel Luiz Henrique Pires; o diretor do Departamento-Geral de Homicídios e Proteção à Pessoa (DGHPP), delegado Henrique Damasceno; e o titular da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), delegado Alexandre Herdy. (metropoles)
