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Pela primeira vez, um parlamentar é levado ao centro do caso Marielle


Foto: Divulgação Por: Editorial | 21/03/2024 08:23

Após seis anos de investigação, a morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes revelou uma ligação com o deputado federal Chiquinho Brazão, conforme delação de Ronnie Lessa, ex-policial militar, homologada pelo STF. Isso levou o caso do STJ para o STF. Brazão, irmão de Domingos Brazão, conselheiro do TCE-RJ, negou as acusações.

Esta é a segunda delação aceita desde que a Polícia Federal assumiu a investigação em 2023, antes conduzida pelo MP do Rio. Os advogados de Lessa se retiraram do caso após a homologação da delação, citando aversão ao instituto da delação premiada.

Lessa, denunciado como executor, teria apontado Domingos Brazão como autor intelectual, enquanto Chiquinho Brazão foi mencionado posteriormente. A homologação foi anunciada por Ricardo Lewandowski, mas a viúva de Marielle, Mônica Benício, criticou a declaração.

O governador Cláudio Castro considerou os novos passos da investigação como "fofocas". Ele reivindicou o mérito da prisão de Lessa e aguarda um desfecho rápido. O assassinato completa seis anos sem que se saiba quem ordenou o crime.

Domingos Brazão optou por não se pronunciar, enquanto Chiquinho Brazão se disse surpreendido pelas especulações, negando qualquer conflito com Marielle e oferecendo colaboração às autoridades para esclarecimento dos fatos. (com informações Correio do Estado)




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