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Foto: Ueslei Marcelino/Reuters
Por: Editorial | 05/04/2024 07:10
Após as críticas do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao bloqueio da candidatura da oposição na Venezuela, movimentos sociais brasileiros uniram-se para elaborar uma carta em solidariedade à população do país vizinho.
O documento, assinado por entidades como MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), CMP (Central de Movimentos Populares), Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar do Brasil), CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), LPJ (Levante Popular da Juventude), PCdo B, entre outros, inclusive parlamentares do PT como Nilto Tatto, Rosa Amorim e Valmir Assunção, destaca a importância de expressar apoio diante da situação enfrentada pelos venezuelanos.
A carta denuncia que o povo da Venezuela tem sido alvo de uma guerra incessante promovida pelo governo dos Estados Unidos e seus interesses petrolíferos desde a ascensão de Hugo Chávez, em 1998. Além disso, defende veementemente que o país possui um sistema eleitoral democrático.
No texto, é ressaltada a existência de uma "campanha difamatória" articulada pelos interesses econômicos norte-americanos e pela "imprensa burguesa". Esta campanha busca, segundo a carta, atacar o processo eleitoral venezuelano e desacreditar seus resultados legítimos.
Por meio dessa iniciativa conjunta, os movimentos sociais brasileiros reafirmam seu compromisso com a defesa dos direitos democráticos e a solidariedade internacional, especialmente em momentos de pressão e desestabilização política.
