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MS registra aumento de 287% nas favelas e comunidades urbanas


Gerson Oliveira Por: Editorial | 08/11/2024 16:02

De acordo com o Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Mato Grosso do Sul possui o segundo menor número de favelas e comunidades urbanas do Brasil, com 31 registros. Este é um aumento de 287,5% em relação ao Censo de 2010, quando o estado contava com apenas oito favelas.

Em termos de distribuição, oito municípios do estado possuem favelas ou comunidades urbanas, representando um crescimento de 300% comparado ao número registrado em 2010, quando apenas Campo Grande e Corumbá apresentavam essas áreas. Hoje, Campo Grande é a cidade com o maior número de favelas (16) e concentra 56,1% da população em situações de vulnerabilidade urbana no estado.

Apesar do aumento no número de favelas, o total de pessoas que vivem nessas condições em Mato Grosso do Sul é baixo. São apenas 16.678 habitantes, o que é bem inferior a grandes centros como São Paulo, com 3,6 milhões de moradores em favelas, e Rio de Janeiro, com 2,1 milhões.

Em comparação com outras unidades da federação, Mato Grosso do Sul está entre os estados com menor percentual de sua população vivendo em favelas e comunidades urbanas. O Amazonas lidera este ranking, com 34,7% de sua população nessas condições, seguido por Amapá (24,4%) e Pará (18,8%). Estados como Goiás, Santa Catarina, Mato Grosso, Roraima e Tocantins também apresentam menos de 3% da população vivendo nessas áreas.

Campo Grande, a capital do estado, concentra quase a metade da população que reside em favelas (7.862 pessoas). Além disso, a cidade tem a menor taxa de moradores em favelas e comunidades urbanas entre as grandes concentrações urbanas do Brasil, com apenas 0,9% da população vivendo nessas condições.




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