|
Hoje é Quinta-feira, 30 de Abril de 2026.
A posse de Ricardo Lewandowski no Ministério da Justiça e os desafios enfrentados pelo STF no início de 2024, com crises políticas e investigações em curso. (Imagem: Reprodução/Veja)
Por: Editorial | 24/12/2024 08:38
O início de 2024 foi marcado por mudanças no cenário político brasileiro. O STF recebeu Flávio Dino, enquanto o Ministério da Justiça passou a ser liderado por Ricardo Lewandowski, a pedido de Lula. No entanto, a primeira grande crise enfrentada por Lewandowski foi logo após sua posse: dois presos fugiram de um presídio de segurança máxima em Mossoró, no Rio Grande do Norte. A operação de recaptura, que envolveu mais de 600 agentes de segurança, durou 50 dias até que os fugitivos fossem encontrados.
Enquanto isso, aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro enfrentavam uma crescente pressão. Carlos Bolsonaro foi o primeiro a ter a porta arrombada pela Polícia Federal, em investigações sobre a suposta "Abin paralela". Em fevereiro, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, foi preso em flagrante com armas ilegais e ouro bruto. Bolsonaro teve o passaporte confiscado, e novas delações reforçaram as acusações de tentativa de golpe. Mesmo com as acusações e inelegibilidade, seus apoiadores seguiram se manifestando, com destaque para um ato na Avenida Paulista.
Em termos econômicos, o governo se propôs a alcançar o "déficit zero" em 2024. Janeiro trouxe uma arrecadação recorde de R$ 280 bilhões, impulsionada pelo aumento de impostos, criando boas expectativas para o ano. Contudo, o cenário fiscal não permaneceu estável: apesar da arrecadação, o governo enfrentou um aumento nos custos do Estado, com a previsão de um rombo de R$ 63 bilhões até novembro. (Informações The News)
