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China reage à ação dos EUA e exige libertação imediata de Maduro e da primeira-dama


China, principal aliada da Venezuela, acusa EUA de violar direito internacional em operação contra Maduro.
O presidente venezuelano Nicolás Maduro apertando a mão do presidente chinês Xi Jinping durante uma reunião em Moscou, em 9 de maio de 2025 Por: Editorial | 04/01/2026 19:18

O governo da China reagiu neste domingo (4) à prisão do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e de sua esposa, detidos no sábado (3) em Caracas e transferidos para custódia em uma prisão federal no Brooklyn, em Nova York. Em comunicado oficial, Pequim exigiu a libertação imediata do casal e classificou a ação dos Estados Unidos como uma afronta às normas internacionais.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores chinês, a operação norte-americana desrespeita o direito internacional, os princípios básicos das relações entre Estados e os fundamentos estabelecidos na Carta da Organização das Nações Unidas (ONU). A China é um dos principais aliados políticos e econômicos da Venezuela.

No posicionamento, a chancelaria também cobrou garantias à integridade física de Maduro e de sua esposa, além do fim de qualquer iniciativa externa para derrubar o governo venezuelano. Para Pequim, a crise deve ser tratada por meio do diálogo e da negociação diplomática.

Essa é a segunda vez que o governo chinês se pronuncia sobre o caso. No sábado, logo após a operação, o país já havia manifestado repúdio ao uso da força, afirmando estar “profundamente chocado” com a atitude dos Estados Unidos.

“A China condena veementemente o uso flagrante da força por parte dos Estados Unidos contra um país soberano e a ação direcionada ao presidente de outro Estado”, reforçou o Ministério das Relações Exteriores. Com informações JP News.




Diário do Interior MS
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