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Foto: Divulgação
Por: | 28/05/2023 18:08
O protocolo de uso de medicamentos para pacientes suspeitos e confirmados de Covid-19, chamado tratamento precoce de novo coronavírus, que foi aprovado pela prefeitura de Campo Grande na quarta-feira (2), deve permanecer pronto na segunda-feira (6) .
De acordo com um médico que faz parte do grupo que propôs a implantação desta medida, Sandro Benites, o texto ainda “precisa de adequação” e na segunda-feira, ele será assinado pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesau).
O protocolo, que já foi adotado em outras cidades do Brasil, ainda precisa comprar medicamentos para que seja colocado em prática. A estimativa da Sesau é estimada em 1,3 milhão de comprimidos de ivermectina (1 milhão) e hidroxicloroquina (300 mil).
Como este último medicamento tem contraindicação para algumas pessoas, ele pode ser comprado em menor quantidade. A administração já começou a cotar esses medicamentos e pensa também na possibilidade de conseguir-os por meio de parceria. Uma secretaria, inclusive, já encaminhou ofício ao Exército Brasileiro, com a intenção de tentar uma colaboração, já que o comando fabrica é o tipo de medicamento em larga escala no Brasil.
O uso desses medicamentos, entretanto, será apenas no caso de prescrição médica. A ideia de que os profissionais podem passar a consulta para profissionais da saúde e para contatores de casos confirmados e a hidroxicloroquina para pessoas que apresentam os primeiros sintomas. Nos dois casos não serão necessários aguardar o exame para Covid-19 para ingestão de medicamentos.
A decisão de aprovar este protocolo, que não possui um lastro científico nem prova de que realmente funciona, foi criticada nesta sexta-feira pelo secretário estadual de saúde, Geraldo Resende. Segundo ele, não há medicamento para a doença e a melhor forma de evitar-é o distanciamento social.
