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Hoje é Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2026.
Rio de águas rasas corta leito pedregoso em meio à mata fechada, cenário que exige atenção redobrada para riscos como a cabeça d’água durante o período de chuvas. Foto: CBMPR.
Por: Editorial | 22/01/2026 08:35
Com o aumento das chuvas no verão, cresce também o risco do fenômeno conhecido como “cabeça d’água” em rios e cachoeiras — uma elevação repentina e intensa do nível da água, provocada por chuvas em regiões mais altas da bacia hidrográfica, mesmo que o tempo esteja firme no ponto onde as pessoas se encontram.
Segundo a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros, o fenômeno pode ocorrer de forma súbita, sem aviso prévio, e colocar em perigo banhistas, turistas e moradores que utilizam esses locais para lazer. O grande risco está na rapidez com que o volume e a força da água aumentam, reduzindo o tempo de reação para quem está dentro ou próximo do leito do rio.
Entre os sinais de alerta estão mudanças repentinas na cor da água, aumento da correnteza, presença de galhos, folhas e detritos descendo pelo curso d’água, além de ruídos mais intensos vindos rio acima. Ao perceber qualquer um desses indícios, a recomendação é sair imediatamente da água e buscar um local alto e seguro.
As autoridades também orientam que visitantes evitem áreas naturais em dias com previsão de chuva, não permaneçam por longos períodos dentro de rios e cachoeiras e sempre observem as condições do tempo em toda a região, não apenas no local do passeio.
A principal recomendação é priorizar a prevenção: planejar o passeio, informar-se sobre o clima e manter atenção constante podem ser decisivos para evitar acidentes durante a temporada de verão. Com informações: Banda B.
