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Mancha roxa na mão de Donald Trump durante reunião do Conselho de Paz no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça (Foto: Fabrice Coffrini/AFP)
Por: Editorial | 22/01/2026 13:42
Um hematoma visível na mão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a chamar atenção durante uma aparição pública nesta quinta-feira (22), no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. A mancha roxa foi observada enquanto Trump participava de uma reunião do chamado “Conselho de Paz”, iniciativa criada por ele no evento.
As marcas na pele do presidente, especialmente nas mãos, vêm sendo notadas desde pelo menos julho de 2025, gerando especulações sobre possíveis problemas de saúde ou tratamentos médicos em curso. Apesar disso, Trump nega qualquer condição grave e afirma estar em excelente estado físico.
Em entrevista publicada no dia 1º de janeiro pelo jornal Wall Street Journal, o presidente declarou que sua saúde é “perfeita” e atribuiu os hematomas ao uso de aspirina em doses superiores às normalmente recomendadas. Segundo ele, o medicamento é utilizado para evitar o espessamento do sangue e melhorar a circulação cardíaca.
“Não quero que sangue espesso circule no meu coração”, afirmou Trump na ocasião. Especialistas, no entanto, alertam que o uso prolongado ou em altas doses de aspirina sem orientação médica pode causar efeitos colaterais sérios, incluindo sangramentos internos.
O presidente também relatou que recorre a maquiagem e bandagens para esconder os hematomas em aparições públicas. Além disso, afirmou que um dos ferimentos teria sido causado por um corte acidental na mão, após ser atingido por um anel usado pela procuradora-geral Pam Bondi.
A saúde de Trump tem sido tema de debate nos últimos meses, especialmente por observações de hematomas persistentes, inchaço nos tornozelos e aparentes sinais de fadiga em compromissos públicos. Mesmo assim, o presidente mantém o discurso de vigor físico como parte central de sua imagem política, em contraste com seu antecessor, Joe Biden. Com informações: g1
