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A comoção gerada pela morte do animal mobilizou figuras públicas em prol da punição dos responsáveis (Foto: Reprodução/Instagram).
Por: Editorial | 27/01/2026 14:43
A morte brutal do cachorro Orelha, de 10 anos, ocorrida na região da Praia Brava, em Florianópolis, desencadeou uma onda de indignação nacional e mobilizou diversas personalidades públicas. O animal teria sido agredido até a morte por adolescentes, em um ato de violência que reacendeu o debate sobre a eficácia das punições para crimes de maus-tratos no Brasil e a responsabilização de menores em casos de crueldade extrema.
A atriz Paula Burlamaqui foi uma das primeiras vozes a cobrar providências legais, classificando o episódio como um ato de barbárie que não pode permanecer impune. No mesmo sentido, o humorista Rafael Portugal destacou o temperamento dócil do animal, que era amplamente conhecido e querido pelos moradores do bairro, enfatizando que a agressão foi motivada por pura maldade. A repercussão aumentou com a manifestação da cantora Ana Castela, que expressou incompreensão diante da violência exercida contra um ser indefeso e prestou solidariedade à causa da proteção animal.
O caso de Orelha foi comparado pela atriz Alexia Dechamps a outros episódios emblemáticos de violência contra animais no país, como os casos Manchinha e Sansão, que resultaram em mudanças na legislação brasileira. O cantor Luan Pereira também utilizou suas plataformas digitais para demonstrar revolta, somando-se ao coro de celebridades que exigem que as autoridades competentes apliquem as sanções previstas em lei. A investigação segue em curso para identificar e responsabilizar todos os envolvidos no crime que chocou a capital catarinense. Com informações: Banda B
