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Suzane von Richthofen pode voltar à prisão após nova denúncia; entenda


Ela é investigada por furto de bens do tio, em meio a disputa judicial pelo patrimônio deixado pelo médico aposentado.
Suzane von Richthofen e Silvia Gonzalez Magnani, prima que registrou a denúncia de furto contra a investigada (Foto: Reprodução). Por: Editorial | 05/02/2026 07:34

Suzane von Richthofen, condenada pela morte dos pais em 2002, voltou a ser notícia após ser denunciada por furto por sua prima, Silvia Gonzalez Magnani. O boletim de ocorrência foi registrado na Polícia Civil de São Paulo nesta terça-feira (3).

Segundo o registro, Suzane é suspeita de ter retirado da residência do tio, o médico aposentado Miguel Abdalla Netto, eletrodomésticos, móveis, um veículo Subaru XV e uma bolsa com documentos e dinheiro, sem autorização. O tio foi encontrado morto em casa no início de janeiro.

O caso ocorre em meio a um impasse judicial sobre a divisão do patrimônio deixado por Miguel, avaliado em cerca de R$ 5 milhões. Um processo em andamento na Vara de Família e Sucessões de Santo Amaro indica que Suzane admitiu ter entrado no imóvel e retirado alguns bens, afirmando que a ação visava preservar direitos futuros antes da conclusão do inventário.

Com o boletim registrado, Suzane passa a ser formalmente investigada por furto. A apuração deverá definir se houve crime, o que pode impactar sua situação penal, já que cumpre pena em regime aberto, cuja exigência é não se envolver em novas infrações.

O histórico familiar mostra disputas patrimoniais anteriores envolvendo Suzane, inclusive sobre a herança dos pais, impedida judicialmente pelo tio Miguel. Silvia, prima da investigada, reivindica na Justiça reconhecimento de direitos sobre o patrimônio do médico, defendendo que decisões anteriores relacionadas à exclusão de Suzane da herança dos pais sejam consideradas.

Miguel Abdalla Netto faleceu em 9 de janeiro de 2026, em sua residência no bairro do Campo Belo, zona sul de São Paulo. O corpo foi encontrado dias depois, em estado avançado de decomposição, e a causa da morte segue sendo investigada. O médico não deixou cônjuge ou descendentes, nem havia testamento, o que motivou a abertura do processo de inventário. Com informações: Bacci Notícias 




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