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Caso envolvendo denúncias de assédio é investigado em colégio cívico-militar no Norte do Paraná (Foto: Lucas Fermin/SEED)
Por: Editorial | 06/02/2026 08:58
Nove estudantes, com idades entre 12 e 13 anos, denunciaram um monitor de um colégio cívico-militar por assédio sexual, no município de Cornélio Procópio, no Norte do Paraná. O suspeito é um policial militar da reserva que atuava na unidade escolar.
De acordo com informações da Ric RECORD Londrina, com base nos relatos das alunas, o monitor teria cometido toques inapropriados durante o período em que exercia a função na escola. As denúncias foram encaminhadas às autoridades, e o caso passou a ser apurado pela Justiça como estupro de vulnerável, tramitando sob sigilo.
Os fatos teriam ocorrido em 2023. Na época, o servidor foi afastado da função de monitor, mas permaneceu desempenhando atividades administrativas. Dois anos depois, em 2025, o Governo do Estado determinou o afastamento definitivo do profissional.
A presidente do Sindicato dos Professores e Funcionários de Escola do Paraná (APP-Sindicato) explicou como a Secretaria de Estado da Educação do Paraná (Seed-PR) procede em situações desse tipo. Segundo ela, inicialmente é instaurada uma comissão interna para apuração preliminar dos fatos, com oitiva dos envolvidos. Caso sejam constatados indícios, é aberto um processo administrativo disciplinar.
Posicionamento do Governo do Estado
Em nota, a Secretaria de Estado da Educação informou que mantém uma política de tolerância zero a qualquer forma de assédio ou violência no ambiente escolar. A Secretaria de Segurança Pública do Paraná (Sesp) manifestou o mesmo posicionamento.
“O Governo do Estado esclarece que todas as denúncias são apuradas conforme a legislação vigente e de acordo com o vínculo funcional do profissional. Servidores civis e militares são afastados de forma preventiva sempre que há registro de denúncia. O Estado reforça sua política de tolerância zero a qualquer forma de assédio ou violência no ambiente escolar e reafirma o compromisso com a segurança da comunidade escolar e a transparência”, diz a nota. Com informações: Banda B
