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Piloto é preso dentro de avião no aeroporto de Congonhas suspeito de manter rede de abuso sexual infantil


Segundo as investigações, ele levava para motéis menores de idade com documento falso. Uma mulher de 55 anos também foi presa acusada de aliciar as próprias netas.
Piloto é detido pela Polícia Civil dentro de cabine de aeronave no Aeroporto de Congonhas (Foto: Reprodução/TV Globo) Por: Editorial | 09/02/2026 13:17

Um piloto foi preso na manhã desta segunda-feira, 9 de fevereiro, dentro de um avião no Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo. Ele é acusado de manter uma rede de abuso sexual de menores de idade há pelo menos oito anos. O homem já estava na cabine da aeronave, que tinha como destino o aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, quando foi abordado por policiais civis.

A operação, batizada de Apertem os Cintos, é coordenada pela 4ª Delegacia de Repressão à Pedofilia do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). As investigações apontam crimes de estupro de vulnerável, favorecimento da prostituição e exploração sexual de criança e adolescente. O suspeito, de 60 anos, teria participação ativa em uma rede de exploração de pornografia infantil e foi encaminhado para a sede do DHPP.

De acordo com a polícia, o piloto utilizava documentos falsos para levar menores de idade a motéis. Além dele, uma mulher de 55 anos foi presa sob a acusação de aliciar as próprias netas, de 10, 12 e 14 anos, para o investigado em troca de pagamentos. A operação também cumpriu oito mandados de busca e apreensão contra quatro investigados na capital paulista e em Guararema, cidade onde o piloto reside.

As autoridades afirmam que as provas colhidas indicam uma estrutura organizada de exploração sexual infantil, com divisão de funções e atuação coordenada. Em nota, a companhia aérea responsável informou que abriu uma apuração interna e está à disposição das autoridades. A empresa ressaltou que repudia qualquer ação criminosa e que o voo previsto operou normalmente com outra equipe. A concessionária que administra o aeroporto e a Secretaria da Segurança Pública foram contatadas e a polícia segue com as diligências. Com informações: g1




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