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Flora, fêmea de cateto que não pode retornar à natureza, ganha novo lar no Bioparque Pantanal


Animal resgatado ainda filhote foi acolhido após avaliação técnica e passa a integrar ações de educação ambiental em Campo Grande.
Flora, fêmea de cateto resgatada ainda filhote, inicia processo de adaptação em recinto preparado no Bioparque Pantanal, em Campo Grande. (Foto: Rosana Moura/Bioparque Pantanal) Por: Editorial | 24/02/2026 09:36

A fêmea de cateto Flora iniciou uma nova etapa de sua trajetória ao ser acolhida pelo Bioparque Pantanal, em Campo Grande. O animal foi transferido na segunda-feira (23) após avaliação técnica que constatou a impossibilidade de retorno à natureza.

Flora foi entregue voluntariamente ao Centro de Reabilitação de Animais Silvestres, onde passou por acompanhamento especializado. Segundo a coordenação do centro, a fêmea foi resgatada ainda filhote e teve contato humano frequente, circunstância que comprometeu o desenvolvimento de comportamentos naturais indispensáveis à sobrevivência em ambiente silvestre.

(Foto: Rosana Moura/Bioparque Pantanal)

Diante dessa condição, a equipe técnica identificou no Bioparque Pantanal a estrutura adequada para recebê-la. O recinto destinado à espécie foi planejado conforme normas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, contando com solo natural, área gramada, piscina de lama para regulação térmica, pontos de alimentação e espaço de manejo. Localizado no jardim externo do complexo, o ambiente pode ser observado pelos visitantes.

Desde a chegada, Flora foi inserida no protocolo de manejo e bem-estar animal da instituição. O processo inclui acompanhamento veterinário, condicionamento gradual e monitoramento comportamental. Antes da transferência, profissionais do Bioparque realizaram visitas técnicas ao centro de reabilitação, efetuando pesagem, exames clínicos e atualização dos protocolos sanitários.

(Foto: Rosana Moura/Bioparque Pantanal)

De acordo com a equipe técnica, a adaptação inicial tem sido positiva, com exploração ativa do recinto e interação adequada com os tratadores. A direção do Bioparque destaca que o acolhimento de animais que não podem ser reintroduzidos reforça o compromisso com a conservação da fauna e a educação ambiental, utilizando essas histórias como instrumento de conscientização sobre os impactos que afetam a vida silvestre. Com informações:




Diário do Interior MS
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