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Casa Lar nega abandono de idosos e afirma cumprir exigências sanitárias em Campo Grande


Instituição sustenta que atendidos recebiam cuidados e informa que imóvel passa por reforma solicitada pela Vigilância Sanitária.
Imóvel da Casa Lar Ação Humanitária, no Bairro Guanandi, em Campo Grande, passa por reforma para atender exigências sanitárias (Foto: Berlim Caldeirão) Por: Editorial | 27/02/2026 14:07

A Casa Lar Ação Humanitária, situada na Rua Mirim, no Bairro Guanandi, em Campo Grande, negou irregularidades após dois homens, de 68 e 57 anos, serem encontrados em situação considerada de possível abandono na manhã de quinta-feira. O caso foi registrado como abandono de incapaz, com agravante por envolver pessoa idosa, e é apurado pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul.

De acordo com informações iniciais, a Polícia Militar de Mato Grosso do Sul foi acionada e localizou os dois homens em condições precárias do lado externo do imóvel. Em manifestação à imprensa, representantes do projeto apresentaram versão distinta dos fatos.

Segundo integrantes da instituição, o homem de 68 anos era assistido regularmente, recebendo medicação e cuidados diários. Eles relataram preocupação com a retirada do idoso, afirmando que os medicamentos permaneceram no local e que poderia haver dificuldade para reposição imediata. Em relação ao homem de 57 anos, a instituição afirmou que ele não residia na casa, sendo vizinho e frequentador voluntário, colaborando espontaneamente com atividades cotidianas.

Os responsáveis também informaram que o imóvel passa por reforma estrutural para atender às exigências da Vigilância Sanitária. Conforme relatado, parte dos materiais utilizados nas melhorias foi obtida por meio de doações de empresas e colaboradores, e os serviços estariam sendo executados por voluntários. Móveis que estavam do lado de fora da residência teriam sido removidos temporariamente para viabilizar as adequações internas.

A Casa Lar declarou ainda que não recebe recursos públicos, mantendo suas atividades exclusivamente com doações e trabalho voluntário. Após a retirada dos dois homens, o grupo afirmou que o imóvel teria sido invadido e que um botijão de gás foi subtraído.

Os atendimentos estão temporariamente suspensos até a conclusão das reformas, previstas para os próximos dias. A instituição sustenta que as atividades serão retomadas após a regularização do espaço. O caso segue sob investigação das autoridades competentes. Com informações: Top Mídia News




Diário do Interior MS
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