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Denúncia de pombos e larvas na comida gera preocupação em colégio da Guarda Mirim no Paraná


Pais relatam que alunos encontraram aves nas cubas da cozinha e larvas na alimentação servida; Secretaria de Educação afirma que medidas já foram adotadas.
Alunos registraram imagens que mostram pombos próximos às cubas da cozinha do refeitório em colégio da Guarda Mirim do Paraná (Foto: Colaboração/Banda B). Por: Editorial | 11/03/2026 14:40

Pais de alunos do Colégio Estadual Guarda Mirim do Paraná denunciaram possíveis irregularidades no refeitório da instituição após estudantes relatarem a presença de pombos nas cubas da cozinha e larvas na comida servida. A situação veio à tona após os próprios alunos registrarem imagens para comprovar as condições do local.

Segundo o relato de uma mãe, que preferiu não se identificar, alguns estudantes teriam apresentado sintomas como vômito, diarreia e febre após consumir a alimentação fornecida pela escola. A denúncia gerou preocupação entre familiares, que cobram providências para garantir a segurança alimentar dos alunos.

De acordo com a responsável, as imagens feitas pelos estudantes mostram pombos próximos aos recipientes utilizados para armazenar alimentos no refeitório. A presença das aves e a suspeita de contaminação levantaram questionamentos sobre as condições de higiene no ambiente onde as refeições são preparadas e distribuídas.

Procurada, a Secretaria de Estado da Educação do Paraná informou que nutricionistas do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar) foram enviados à unidade escolar para acompanhar a situação e orientar as medidas necessárias.

Segundo a pasta, todos os alimentos que estavam expostos no momento da ocorrência foram descartados imediatamente e o refeitório passou por um processo completo de higienização. A secretaria também informou que serão adotadas novas medidas estruturais para reforçar a segurança do local.

Entre as providências anunciadas estão a substituição da porta de acesso à cozinha por um modelo do tipo vai-e-vem, a instalação de telas de proteção nas janelas e o reforço no controle de acesso ao refeitório, que passará a ser monitorado por um funcionário da escola.

Em nota, a Secretaria de Educação afirmou que o episódio é tratado como um caso isolado e destacou que a alimentação escolar da rede estadual segue protocolos rigorosos de preparo, armazenamento e distribuição. Com informações: Banda B




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