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Tenente-coronel investigado por morte de policial militar enviou áudio com críticas ao advogado antes de ser preso (Foto: Reprodução/TV Record)
Por: Editorial | 18/03/2026 09:14
Um áudio obtido com exclusividade revela que o tenente-coronel Neto, investigado pela morte da policial militar Gisele, realizou uma série de ataques ao advogado da família da vítima na véspera de sua prisão, ocorrida na quarta-feira, 18 de março de 2026.
A gravação foi encaminhada na manhã de terça-feira (17) ao repórter Lucas Tadeu. No conteúdo, o oficial critica a atuação da imprensa e direciona acusações ao advogado da acusação, identificado como Miguel, a quem acusa repetidamente de divulgar informações falsas sobre o caso.
Durante o áudio, o tenente-coronel questiona a condução de entrevistas e afirma que não teve espaço igual para apresentar sua versão dos fatos. Ele também contesta declarações atribuídas ao advogado, como a suposta solicitação de prisão preventiva e relatos sobre seu comportamento pessoal, classificando tais informações como inverídicas.
O investigado sustenta que, à época das declarações, não havia pedido de prisão contra ele, mas sim a solicitação de sigilo no inquérito. Além disso, rebate acusações relacionadas à sua conduta familiar, buscando desqualificar os argumentos apresentados pela acusação.
Em tom crítico, o oficial faz apelos para que jornalistas adotem uma postura que considera imparcial, solicitando que questionamentos semelhantes sejam direcionados às duas partes envolvidas no caso.
A prisão do tenente-coronel ocorreu no dia seguinte ao envio do áudio. A Polícia Civil segue conduzindo as investigações sobre a morte da policial militar Gisele, cujo caso continua em apuração. Com informações: Bacci Notícias
