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Velório de jovem em Angra dos Reis gera controvérsia após relatos de sinais vitais durante a cerimônia (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
Por: Editorial | 18/03/2026 09:19
Um episódio cercado de comoção e controvérsia mobilizou moradores de Angra dos Reis após relatos envolvendo o velório de Caroline Costa Nunes Pereira, de 27 anos. Familiares da jovem afirmam que, durante a cerimônia realizada na madrugada da última sexta-feira (13), na Capela Mortuária do Frade, ela teria apresentado sinais vitais enquanto era velada.
Segundo testemunhas, a jovem teria aberto os olhos e emitido sons semelhantes a uma tosse, provocando desespero entre parentes e amigos presentes no local. A situação gerou correria e levou a família a buscar atendimento médico imediato.
De acordo com os relatos, um profissional de saúde acionado inicialmente teria se recusado a comparecer ao local, sob a justificativa de não ter sido responsável pelo atestado de óbito. Em seguida, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foi chamado. No entanto, familiares alegam que, antes da chegada da equipe, a jovem não apresentou mais sinais de reação.
Os parentes defendem a hipótese de que Caroline não estaria morta ao deixar a unidade hospitalar, sugerindo que ela poderia estar em estado de coma não identificado no momento da liberação do corpo.
Em nota oficial, a Prefeitura de Angra dos Reis contestou essa versão e afirmou que o óbito foi devidamente constatado ainda na tarde do dia anterior, após avaliação clínica criteriosa e exame de eletrocardiograma que indicou ausência de atividade cardíaca.
Segundo o comunicado, a jovem estava internada em estado grave, com insuficiência cardíaca associada a complicações infecciosas, e sofreu uma parada cardiorrespiratória irreversível. A administração municipal esclareceu ainda que o movimento observado durante o velório pode ser explicado como um reflexo pós-morte, fenômeno reconhecido na literatura médica e que não altera o diagnóstico já estabelecido.
O caso segue repercutindo e levanta debates sobre procedimentos médicos, protocolos de constatação de óbito e a interpretação de reações corporais após a morte. Com informações: Bacci Notícias
