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Dorival Betini é cotado para compor como suplente em chapa ao Senado nas eleições de 2026 em MS (Foto: Divulgação)
Por: Editorial | 26/03/2026 08:17
No cenário político de Mato Grosso do Sul, as pré-candidaturas ao Senado para 2026 avançam com definições cada vez mais claras. Aparecem como nomes naturais à reeleição os senadores Nelsinho Trad e Soraya Tronicke. Também estão no horizonte o ex-governador Reinaldo Azambuja, o ex-deputado Capitão Contar e o deputado federal Vander Loubet, todos com peso eleitoral e inserção em diferentes campos políticos.
Enquanto as candidaturas principais ganham forma, a definição das suplências segue em segundo plano e concentrada nas decisões dos cabeças de chapa. Ainda assim, movimentações de bastidores indicam que essas escolhas podem ter impacto direto na construção das alianças.
Nesse contexto, surge o nome de Dorival Betini, chefe de gabinete da Vice-Governadoria, reconhecido pela capacidade de articulação. Sua eventual indicação passa a ser considerada dentro de um arranjo político mais amplo.
O vice-governador José Carlos Barbosinha busca manter protagonismo em 2026 ao lado do governador Eduardo Riedel. Já a candidatura de Nelsinho Trad, embora no mesmo campo partidário, enfrenta resistência no núcleo governista, que tende a priorizar outros nomes.
A possível escolha de Betini como suplente abriria um canal direto com a Governadoria e contemplaria o grupo político de Barbosinha. Além disso, amplia a presença da candidatura no interior, onde Betini tem atuação consolidada, especialmente nas regiões do Cone Sul, Grande Dourados, Fronteira, Vale do Ivinhema e Leste.
Com perfil de diálogo e trânsito entre diferentes grupos, Betini também carrega a experiência da disputa ao Senado em 2018. Sua eventual entrada na chapa reforça o papel estratégico da suplência, cada vez mais relevante na definição do equilíbrio político estadual.
