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Polícia Civil apreende mil canetas emagrecedoras em ônibus vindo do Paraguai e prende casal no RJ


Abordagem ocorreu em Xerém, na Baixada Fluminense; casal foi preso em flagrante com medicamentos proibidos e outros produtos suspeitos.
Carga de canetas emagrecedoras e anabolizantes foi apreendida em ônibus interceptado na BR-040, em Xerém. (Foto: Reprodução/TV Globo) Por: Editorial | 13/04/2026 07:57

Uma operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro resultou na apreensão de uma grande quantidade de medicamentos proibidos e na prisão de um casal na madrugada desta segunda-feira (13), em Xerém, distrito de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

O veículo, um ônibus interestadual que havia saído de Foz do Iguaçu, no Paraná, com destino ao Rio de Janeiro, foi interceptado na Rodovia Washington Luís (BR-040) após monitoramento realizado por equipes de inteligência. A suspeita era de transporte de mercadorias ilícitas.

Durante a abordagem, agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) e da Subsecretaria de Inteligência localizaram no bagageiro cerca de mil frascos de canetas emagrecedoras à base de tirzepatida, substância conhecida comercialmente e cuja comercialização irregular é proibida no país, além de aproximadamente mil unidades de anabolizantes. O valor estimado da carga apreendida é de R$ 150 mil.

Um homem de 33 anos e uma mulher de 27 anos foram presos em flagrante. Segundo as investigações, o casal é suspeito de atuar na comercialização ilegal dos produtos, inclusive em grupos ligados a academias e redes de contato.

Além dos medicamentos, os policiais encontraram outros itens transportados no ônibus, como perfumes, celulares, televisão e bicicleta elétrica. Os 42 passageiros que estavam no coletivo foram encaminhados para prestar esclarecimentos, sendo liberados aqueles que apresentaram nota fiscal dos produtos transportados.

Todo o material apreendido será submetido à perícia para identificar a origem, o destino e a natureza dos produtos. O casal poderá responder por falsificação e comercialização irregular de medicamentos, com pena que pode chegar a 15 anos de prisão. Com informações: g1

 




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