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Paranaense se prepara para atravessar a cascata de gelo antes de iniciar a subida ao cume do Everest (Foto: Divulgação)
Por: Editorial | 28/04/2026 13:27
O paranaense Gustavo Cordoni está cada vez mais próximo de realizar o sonho de escalar o Monte Everest. O estudante de Direito já chegou ao campo base da montanha, a mais de 5.300 metros de altitude, e agora se prepara para enfrentar uma das etapas mais perigosas da expedição: a travessia da cascata de gelo.
Localizado entre Nepal e China, o Everest exige preparação extrema. Antes da tentativa de cume, os montanhistas passam por ciclos de aclimatação, fundamentais para adaptar o corpo à baixa concentração de oxigênio em grandes altitudes.
Gustavo já concluiu uma etapa importante desse processo ao escalar o Lobuche Peak, com 6.119 metros de altitude. A experiência ajudou o organismo a se adaptar às condições adversas, aumentando as chances de sucesso na subida principal.
Agora, o desafio é a chamada cascata de gelo — um verdadeiro “labirinto” formado por blocos instáveis que se movimentam constantemente. Esse trecho liga o campo base ao campo 1 e é considerado um dos mais traiçoeiros de toda a rota até o topo. A passagem só pode ser feita após a preparação do caminho por equipes especializadas, que instalam cordas fixas ao longo do percurso.
Enquanto aguarda a liberação da rota, o paranaense mantém o otimismo e segue em preparação para o próximo ciclo de aclimatação. A previsão é que a travessia seja liberada nos próximos dias.
A jornada até o Everest começou de forma intensa, com o desembarque no Aeroporto de Lukla, conhecido mundialmente pelas condições desafiadoras de pouso e decolagem.
A escalada faz parte de um projeto ainda mais ambicioso: Gustavo pretende conquistar as 14 montanhas mais altas do planeta, um feito raro entre brasileiros. A tentativa de alcançar o cume do Everest deve ocorrer na segunda quinzena de maio, dependendo das condições climáticas. Com informações: Banda B.
