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Hoje é Sábado, 25 de Julho de 2026.
Foto: Reprodução/TV Morena
Por: | 28/05/2023 18:08
É julgado nesta sexta-feira (03), o casal acusado de matar a servidora pública Nathállia Corrêa Batista, de 29 anos, em julho de 2019. Conforme as investigações da Polícia Civil, ela foi morta com golpe de ferro na cabeça e depois teve o corpo queimado em Porto Murtinho, a 443 quilômetros de Campo Grande, na fronteira com o Paraguai.
Os acusados do crime são José Romero, então gerente de uma pousada na cidade, com quem a vítima mantinha um relacionamento amoroso, e Regiane Marcondes Machado, que seria amante dele. Os dois são submetidos a júri popular. Familiares da vítima acompanham.
O crime foi constatado após meses de investigação da Polícia Civil, depois de ter sido acionada devido ao desaparecimento de Nathállia.
Conforme divulgado à época pela polícia, Nathállia saiu da casa de amigos dizendo a um deles que se encontraria com o gerente na pousada. No local, foi morta com um golpe de barra de ferro.
Da pousada, o corpo da servidora pública foi levado para a casa de Regiane. O cadáver foi queimado nos fundos do imóvel "mediante forte ação de fogo e calor", segundo o delegado João Cléber Dorneles, da delegacia de Porto Murtinho, e por várias horas.
As cinzas foram colocadas em vasilhames e sacos plásticos e jogadas no rio Paraguai. O local onde houve a queima foi concretado para que não fossem encontrados vestígios. Os réus foram denunciados por feminicídio e homicídio doloso por motivo torpe, meio cruel e emboscada.
Ainda segundo a polícia, o gerente de pousada nega qualquer participação no crime e disse que foi a amante e uma terceira pessoa que mataram Nathállia. Já a mulher diz que foi o amante quem matou a servidora pública e ela apenas ajudou no transporte do corpo e na incineração.
