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Paraná registra poucos casos de hantavirose e reforça vigilância após alerta internacional


Estado confirmou dois casos em 2026 e mantém monitoramento constante da doença.
Paraná mantém monitoramento constante e registra baixa incidência de hantavirose (Foto: Divulgação). Por: Editorial | 06/05/2026 14:59

O Paraná segue com baixa incidência de Hantavirose e mantém vigilância ativa após alerta internacional envolvendo casos da doença em um cruzeiro no Oceano Atlântico.

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, foram confirmados dois casos em 2026, nos municípios de Pérola d’Oeste e Ponta Grossa. Outros 11 seguem em investigação, enquanto 21 notificações já foram descartadas. Em 2025, houve apenas um caso registrado, em Cruz Machado.

A secretaria afirma que a doença está sob controle e que o monitoramento é contínuo, com apoio de centros de referência como a Fiocruz, responsável por exames laboratoriais especializados.

Segundo o secretário estadual de Saúde, César Neves, a rede está preparada para identificar e tratar rapidamente novos casos suspeitos.

A hantavirose é uma doença viral grave transmitida principalmente pelo contato com secreções de roedores silvestres, como urina, fezes e saliva. Em situações mais severas, pode evoluir para a síndrome cardiopulmonar, com risco de insuficiência respiratória.

Os sintomas iniciais incluem febre, dor de cabeça, dores no corpo e problemas gastrointestinais. Com a evolução, podem surgir falta de ar, tosse seca e queda de pressão.

Não há tratamento específico para a doença, sendo necessário suporte médico, especialmente nos casos graves.

As autoridades reforçam que a principal forma de prevenção é evitar o contato com roedores e manter ambientes limpos, sem acúmulo de lixo ou entulho. Com informações: Banda B.




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