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Mulher foi socorrida em estado grave e encaminhada à Santa Casa após ocorrência na região do Indubrasil (Foto: Divulgação)
Por: Editorial | 09/05/2026 10:28
Uma mulher ficou gravemente ferida na noite desta sexta-feira (8), em Campo Grande, após ser empurrada de um veículo em movimento e, na sequência, atropelada na região do Núcleo Industrial Indubrasil.
O caso é investigado inicialmente pelas autoridades como tentativa de feminicídio no contexto de violência doméstica.
Equipes da Polícia Militar foram acionadas e, ao chegarem ao local, encontraram a vítima caída às margens da rodovia, inconsciente e com diversas fraturas aparentes.
O Corpo de Bombeiros realizou o resgate e encaminhou a mulher em estado grave para a Santa Casa de Campo Grande, onde ela permanece internada sob cuidados médicos.
Segundo informações repassadas à polícia, o principal suspeito é o companheiro da vítima, um homem de 44 anos, que teria retornado para a residência do casal logo após o ocorrido.
Os policiais seguiram até o endereço informado e localizaram o investigado.
Durante a abordagem, ele tentou confundir os agentes ao fornecer inicialmente uma identidade falsa e, posteriormente, apresentar o nome do próprio irmão.
Após inconsistências nas informações, acabou revelando a verdadeira identificação.
Em consulta ao sistema policial, foi constatado que havia contra ele um mandado de prisão em aberto.
Questionado sobre a existência de materiais ilícitos na residência, o suspeito informou possuir munições calibre .22.
Com autorização dele e da filha da vítima, os policiais realizaram buscas no imóvel e localizaram dez munições do mesmo calibre. Nenhuma arma de fogo foi encontrada.
Ainda conforme relato prestado pelo filho da vítima, o casal teria ingerido bebida alcoólica antes de iniciar uma discussão.
Durante o trajeto de retorno pela BR-262, o homem teria empurrado a companheira para fora do veículo, momento em que ela foi atingida por outro automóvel que trafegava pela rodovia.
O suspeito foi conduzido à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, onde permaneceu preso.
De acordo com a polícia, o uso de algemas foi necessário para evitar risco de fuga e garantir a segurança da equipe durante a condução.
A vítima ainda não pôde prestar depoimento em razão da gravidade do quadro clínico.
O caso segue sob investigação. Com informações: Dourados News
