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Imagens mais fofas e mais selvagens do Dia das Mães vieram do Pantanal


Projetos ambientais divulgaram registros de cuidado, proteção e convivência entre mães e filhotes da fauna brasileira.
Jaguatirica permanece ao lado dos filhotes próximo à toca usada como abrigo e proteção das crias no Pantanal (Foto: Projeto Tatu-Canastra). Por: Editorial | 11/05/2026 09:53

O Dia das Mães, celebrado neste domingo (10), também ganhou homenagens especiais no mundo animal com registros divulgados por projetos de conservação e fotógrafos da natureza ligados à fauna brasileira e ao Pantanal de Mato Grosso do Sul.

Pesquisadores do Projeto Tatu-Canastra compartilharam imagens recentes captadas por armadilhas fotográficas instaladas em áreas de monitoramento. Os registros mostram mães e filhotes de diferentes espécies utilizando tocas escavadas por tatus-canastra como abrigo e proteção.

Segundo o projeto, essas tocas cumprem papel fundamental na preservação da fauna, funcionando como refúgio seguro, áreas de descanso e até pontos de alimentação para diversos animais que circulam ao redor das estruturas.

As imagens divulgadas nas redes sociais mostram momentos raros de interação, como mães amamentando, carregando e acompanhando os filhotes.

Já o Instituto Tamanduá aproveitou a data para destacar mães da superordem Xenarthra, grupo que reúne tamanduás, tatus e preguiças. A publicação ressaltou a importância do vínculo entre mãe e filhote para garantir proteção, aprendizado e desenvolvimento até a independência das crias.

Entre os exemplos está o tamanduá-bandeira, cuja mãe pode carregar o filhote nas costas por até nove meses. Além de garantir segurança, a estratégia ainda ajuda na camuflagem contra predadores.

Outro destaque é o tatu-galinha, espécie em que a mãe pode dar à luz até quatro filhotes idênticos, que permanecem juntos em tocas subterrâneas até estarem preparados para explorar o ambiente externo.

Já a preguiça-de-coleira costuma gerar apenas um filhote por gestação. A cria permanece agarrada ao ventre da mãe por cerca de cinco a seis meses, período essencial para o aprendizado de locomoção e alimentação.

Os registros emocionaram internautas e reforçam a importância da conservação ambiental para proteger espécies e seus ciclos naturais de cuidado e sobrevivência. Com informações: Campo Grande News




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