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Neymar passou 65% do ciclo da Copa de 2026 lesionado e vive pressão por convocação


Atacante acumulou 11 problemas físicos desde 2023 e chega à reta final para definição da lista sob dúvidas sobre condição física.
Neymar chega à reta final da convocação para a Copa de 2026 após longa sequência de lesões (Foto: Getty Images) Por: Editorial | 12/05/2026 13:19

A poucos dias da convocação oficial da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026, o nome de Neymar segue como o principal foco de debate entre torcedores e especialistas. Presente na pré-lista do técnico Carlo Ancelotti, o atacante chega ao momento decisivo do ciclo marcado por uma longa sequência de lesões e incertezas sobre sua condição física.

Desde janeiro de 2023, Neymar acumulou 11 problemas físicos, passou por duas cirurgias e ficou afastado dos gramados por 807 dias. O período representa cerca de 65% de todo o ciclo até a convocação final marcada para 18 de maio.

A primeira grande baixa ocorreu em fevereiro de 2023, quando o jogador precisou passar por cirurgia no tornozelo e ficou 131 dias fora. Meses depois, enfrentou problemas musculares antes de sofrer a lesão mais grave do período: a ruptura do ligamento cruzado anterior e uma lesão no menisco, em outubro de 2023, durante partida da Seleção Brasileira.

A recuperação se estendeu por 340 dias, comprometendo sua sequência em campo. Após retornar, o atacante ainda enfrentou novos períodos afastado por lesões musculares recorrentes na coxa entre 2024 e 2025, além de novo procedimento no joelho.

Durante o ciclo, Neymar passou por clubes como Paris Saint-Germain, Al-Hilal e Santos Futebol Clube, mas não conseguiu manter regularidade devido às constantes interrupções físicas.

Mesmo com o histórico recente, o camisa 10 apresentou números ofensivos relevantes quando esteve em atividade. Foram quatro gols em 2023, nenhum em 2024, oito em 2025 e cinco em 2026.

A convocação final poderá definir o futuro do jogador com a camisa da Seleção. Para parte da torcida, sua experiência e histórico em grandes competições justificam a presença no Mundial. Para outra parcela, a sequência de lesões levanta dúvidas sobre sua capacidade física para disputar uma Copa em alto nível.

A decisão de Ancelotti pode representar o reencontro de Neymar com a Seleção em uma última Copa do Mundo ou simbolizar o encerramento de um dos ciclos mais marcantes da história recente do futebol brasileiro. Com informações: Metrópoles




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