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Levantamento do IBGE aponta crescimento histórico na renda média do trabalhador brasileiro e destaca desempenho de Mato Grosso do Sul (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil).
Por: Editorial | 14/05/2026 13:54
O rendimento médio mensal do trabalhador brasileiro atingiu um novo patamar histórico no primeiro trimestre de 2026, segundo levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O recorde foi registrado em 16 unidades da federação, incluindo Mato Grosso do Sul, consolidando um cenário positivo para o mercado de trabalho no país.
A média nacional alcançou R$ 3.722, o maior valor desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, iniciada em 2012. Entre os destaques, o Distrito Federal lidera o ranking com rendimento médio de R$ 6.720, valor 81% superior à média brasileira.
Em Mato Grosso do Sul, o rendimento médio chegou a R$ 3.768, colocando o estado entre os melhores desempenhos nacionais e acima da média de diversas unidades federativas.
A pesquisa considera trabalhadores com 14 anos ou mais, abrangendo diferentes formas de ocupação, como empregos formais e informais, trabalho temporário e atividades por conta própria.
Entre os estados com maiores rendimentos médios também aparecem Santa Catarina, com R$ 4.298, Paraná, com R$ 4.180, e Rio Grande do Sul, com R$ 4.127.
O levantamento também trouxe dados positivos sobre o desemprego. A taxa nacional de desocupação ficou em 6,1%, a menor já registrada para o primeiro trimestre desde o início da série histórica.
Mato Grosso do Sul apresentou uma das menores taxas do país, com índice de 3,8%, ficando entre os estados com melhor desempenho no mercado de trabalho. O resultado reforça o avanço econômico regional e o fortalecimento da geração de emprego e renda.
No cenário regional, o Centro-Oeste registrou rendimento médio recorde de R$ 4.379, consolidando-se como uma das regiões mais aquecidas economicamente.
Os números refletem um ambiente de recuperação consistente da atividade econômica, impulsionado pela expansão de setores produtivos e pela ampliação das oportunidades formais e informais em diferentes regiões do país. Com informações: Agência Brasil
