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Brasileiro é morto a tiros de fuzil e pistola em atentado na fronteira com o Paraguai


João Morel, de 46 anos, foi atacado enquanto conduzia uma picape em Pedro Juan Caballero; polícia investiga execução e não descarta hipótese de engano.
Picape conduzida por João Morel ficou crivada de disparos após atentado registrado em Pedro Juan Caballero, na fronteira com Ponta Porã (Foto: Marciano Candia). Por: Editorial | 18/05/2026 14:10

O brasileiro João Morel, de 46 anos, foi assassinado a tiros no início da tarde desta segunda-feira (18) em Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia localizada na linha de fronteira com Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul.

O crime ocorreu por volta do meio-dia, no cruzamento das ruas Tomás L. Rojas e Paulino Ramírez, no bairro Maria Victoria. A vítima conduzia uma picape Fiat Toro branca, com placas de Chapadão do Sul, quando foi surpreendida por criminosos armados que estavam em um veículo Toyota Premio prata.

Segundo informações preliminares da Polícia Nacional do Paraguai, os suspeitos efetuaram dezenas de disparos com pistolas calibre 9 milímetros e armamento de calibre 5,56. Os tiros atingiram principalmente a lateral esquerda do veículo.

Após ser baleado, João perdeu o controle da direção e o automóvel parou em um terreno baldio. Ele chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital Regional de Pedro Juan Caballero, mas não resistiu aos ferimentos e morreu pouco depois de dar entrada na unidade.

O brasileiro João More, assassinado hoje em Pedro Juan Caballero (Foto: Reprodução)

De acordo com as investigações iniciais, João trabalhava em uma oficina especializada em funilaria e pintura e a picape utilizada no momento do atentado pertencia a um cliente do estabelecimento.

O chefe do Departamento de Investigações da polícia paraguaia, comissário José Delgado, informou que o crime ocorreu a poucos metros da oficina onde a vítima trabalhava e também residia. O socorro ao brasileiro foi prestado pela própria esposa.

Testemunhas relataram que os autores do atentado vestiam roupas camufladas. Equipes policiais realizam diligências e buscam imagens de câmeras de monitoramento para tentar identificar os executores e esclarecer a dinâmica do homicídio.

A polícia também trabalha com a possibilidade de que o verdadeiro alvo fosse o proprietário da caminhonete e que João Morel tenha sido morto por engano. O caso segue sob investigação das autoridades paraguaias. Com informações: Campo Grande News




Diário do Interior MS
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