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Armas, munições e droga apreendidas durante operação conjunta do GARRAS e Polícia Militar em Costa Rica. (Foto: Divulgação PCMS)
Por: Editorial | 19/05/2026 21:22
Uma operação conjunta das forças de segurança pública terminou com a morte de dois suspeitos apontados como integrantes de facção criminosa na tarde desta terça-feira (19), em Costa Rica, município localizado na região norte de Mato Grosso do Sul.
A mobilização foi desencadeada após informações levantadas por equipes da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros, o GARRAS, em conjunto com policiais militares do município. Segundo as investigações, integrantes de organização criminosa estariam transportando armas de fogo pela rodovia MS-223, após retornarem de Campo Grande, com a suposta intenção de promover novos atentados naquele município.
Com base nas informações recebidas, as equipes iniciaram diligências para interceptar o veículo suspeito. Durante a abordagem, conforme divulgado pelas autoridades, os ocupantes desembarcaram armados e teriam apontado armas de fogo em direção aos policiais, resultando em confronto.
Após a troca de tiros, os suspeitos identificados pelas iniciais E.O.B., de 32 anos, e R.S.O., de 17 anos, foram socorridos e encaminhados ao hospital de Costa Rica, porém não resistiram aos ferimentos.
Durante a ocorrência, os policiais apreenderam um revólver calibre .38 carregado com quatro munições, que estava com o suspeito de 32 anos. Já com o adolescente foi localizada uma pistola Glock calibre 9 milímetros municiada com 17 munições, além de aproximadamente 732 gramas de maconha.
Conforme consulta aos sistemas policiais, E.O.B. possuía antecedentes pelos crimes de lesão corporal, violência doméstica e roubo. O adolescente, conhecido pelo apelido de “Mal Criado”, era oriundo do Estado de Goiás e tinha registros por tráfico de drogas, roubo, associação criminosa e furto.
Ainda segundo as investigações, o menor mantinha ligação com uma facção criminosa paulista e exerceria a função conhecida no meio criminoso como “missionário”, sendo apontado como responsável por ações violentas contra integrantes de grupos rivais. O caso segue sob investigação das autoridades competentes. Com informações PCMS
