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Homem suspeito de assassinar esposa grávida dentro de casa revela motivação do crime à polícia


Suspeito foi preso após fugir da cena do crime e confessou o assassinato durante depoimento à polícia.
Suspeito foi preso após tentativa de fuga e confessou o assassinato de jovem gestante em Limoeiro, no Agreste de Pernambuco (Foto: Reprodução/Redes Sociais) Por: Editorial | 20/05/2026 08:46

Um crime de extrema violência abalou moradores de Limoeiro, no Agreste de Pernambuco, após uma jovem grávida de 20 anos ser assassinada dentro da própria residência durante a madrugada do último domingo (17). O caso ganhou novos desdobramentos após o suspeito, marido da vítima, confessar o homicídio e detalhar à polícia as circunstâncias que antecederam o assassinato.

A vítima, identificada como Chayane Vitória Araújo Silva, foi morta durante uma discussão no imóvel onde vivia com o companheiro. Segundo informações repassadas pela Polícia Civil, o desentendimento teria começado pouco depois de o homem retornar para casa, após jantar na residência da mãe.

De acordo com o delegado responsável pela investigação, Carlos Pimentel, o suspeito relatou que tentou se aproximar da esposa, mas foi rejeitado. Ainda conforme o depoimento, uma discussão teve início no quarto, momento em que a vítima teria revelado informações que desencadearam a reação violenta do agressor.

Durante o interrogatório, o homem confessou o assassinato e descreveu o ataque com frieza. Conforme a apuração policial, a jovem foi atingida por diversos golpes em várias partes do corpo enquanto estava sobre a cama. O agressor afirmou não se recordar da quantidade exata de facadas desferidas.

Após o crime, ele tentou fugir e foi localizado por policiais militares na cidade de Glória do Goitá, quando seguia em direção ao Recife. O suspeito foi detido e encaminhado ao plantão policial, onde teve a prisão formalizada.

A polícia informou que ele responderá por feminicídio qualificado, com agravantes relacionados à gestação da vítima e à morte do bebê. Se condenado, a pena poderá alcançar até 60 anos de prisão.

O caso segue sob responsabilidade da 16ª Delegacia Seccional de Polícia Civil, que continua reunindo elementos para a conclusão do inquérito. Com informações: Bacci Notícias




Diário do Interior MS
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