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Perícia encontrou sinais de agressões por faca e barra de ferro no corpo da vítima em Dourados. (Foto: Leandro Holsbach)
Por: Editorial | 21/05/2026 14:38
A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul identificou como Geneci Benites de Souza, de 30 anos, o homem encontrado morto na tarde de quarta-feira (20), na Rua João Ponce de Arruda, no Jardim Universitário, em Dourados.
Segundo as investigações, a vítima foi atacada com golpes de faca e barra de ferro. Dois homens foram presos em flagrante suspeitos de participação no homicídio.
Os detidos foram identificados como Altair da Silva Gonçalves, de 24 anos, e Anilton Raulio Gonçalves, de 28 anos.
Conforme o boletim de ocorrência, o crime teria sido motivado por ciúmes envolvendo uma adolescente de 14 anos.
A ocorrência começou após a Polícia Militar receber denúncia sobre uma briga entre homens, sendo que um deles estaria armado com faca. Quando as equipes chegaram ao endereço, os suspeitos já haviam fugido.
Com auxílio de uma testemunha, os policiais conseguiram localizar a dupla ainda nas proximidades do local do crime.
Geneci foi encontrado caído em frente a uma residência abandonada. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas a vítima morreu antes de receber atendimento médico.
Durante a perícia, uma barra de ferro de aproximadamente 1,5 metro foi encontrada ao lado do corpo. Já na mochila carregada por Altair, os policiais localizaram duas facas e roupas semelhantes às usadas durante as agressões.
Em depoimento, Anilton afirmou que a vítima teria tentado agarrar a adolescente apontada como namorada de Altair. O comparsa admitiu ter dado a primeira facada em Geneci e confirmou a participação dos dois no ataque.
A perícia constatou duas perfurações provocadas por faca — uma no peito e outra nas costas — além de ferimentos na cabeça e diversas lesões pelo corpo.
Segundo a polícia, os suspeitos apresentavam sinais de embriaguez e comportamento desconexo no momento da prisão.
O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) como homicídio qualificado por motivo fútil. Com informações: Diario Digital.
