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Mulher é investigada após usar cartão de colega e gastar R$ 51 mil no DF


Polícia aponta que suspeita comprou móveis, eletrodomésticos e pagou curso técnico com dinheiro da vítima.
Polícia Civil investiga mulher suspeita de gastar R$ 51 mil após furtar cartão de colega (Foto: Reprodução / Magnific) Por: Editorial | 22/05/2026 13:51

A Polícia Civil do Distrito Federal investiga uma mulher suspeita de furtar o cartão bancário de uma colega de trabalho e gastar cerca de R$ 51 mil em compras pessoais e pagamentos de cursos.

Segundo as investigações, a vítima, uma mulher de 50 anos moradora de Taguatinga, teve o cartão utilizado durante aproximadamente uma semana sem perceber.

De acordo com a polícia, a suspeita realizou compras, saques e pagamentos utilizando o cartão físico e a senha correta da conta. Após as movimentações, ela teria devolvido o cartão discretamente à bolsa da colega.

A vítima só descobriu o prejuízo meses depois, ao tentar acessar valores guardados na poupança. Após perceber a falta do dinheiro, procurou a polícia.

Segundo o delegado Ataliba Neto, parte do valor teria sido utilizada para mobiliar a residência onde a investigada pretendia morar após o casamento. Entre os itens comprados estavam cama, geladeira, máquina de lavar, rack, eletrodomésticos e utensílios domésticos.

Durante o cumprimento de mandados na casa da suspeita, em Águas Lindas de Goiás, parte dos produtos foi recuperada.

As investigações também apontam que a mulher utilizou o dinheiro da vítima para pagar um curso técnico de enfermagem. Além disso, policiais identificaram movimentações superiores a R$ 6 mil em maquininhas de cartão.

Um comerciante ouvido pela polícia afirmou que a suspeita dizia utilizar o cartão de uma suposta tia e solicitava devoluções via PIX para a própria conta bancária.

Em depoimento, a mulher negou participação no crime e alegou que uma cliente teria comprado os móveis para ela. No entanto, segundo a polícia, notas fiscais, comprovantes de pagamento e registros de entrega estavam vinculados ao nome e endereço da investigada.

O caso foi denominado Operação “Verlust”, palavra alemã que significa “perda”. A suspeita foi indiciada por furto qualificado mediante fraude em continuidade delitiva, crime cuja pena pode ultrapassar 13 anos de prisão. Com informações: Bacci Noticia.




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