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Colegas prestaram homenagens ao guarda civil metropolitano Eugênio Zanatto Neto em Campo Grande (Foto: Maya Severino)
Por: Editorial | 22/05/2026 15:11
O caminhoneiro Sebastião Antunes de Almeida, de 72 anos, preso após atropelar e matar o guarda civil metropolitano Eugênio Zanatto Neto, de 47 anos, pagou fiança de R$ 16 mil e foi solto nesta sexta-feira (22), após audiência de custódia em Campo Grande.
Sebastião havia sido preso em flagrante na noite de quarta-feira (20), acusado de homicídio culposo na direção de veículo automotor sob influência de álcool.
Segundo o auto de prisão, o caminhoneiro admitiu aos policiais que havia ingerido bebida alcoólica antes do acidente e, por esse motivo, recusou realizar o teste do bafômetro.
Ainda conforme o registro policial, equipes do Batalhão de Trânsito apontaram que o motorista apresentava odor etílico, comportamento exaltado e dificuldades de equilíbrio.
O acidente ocorreu no cruzamento das ruas Padre Damião e Barão de Campinas, no Bairro Universitário. Eugênio pilotava uma motocicleta Honda CG Titan quando teve a trajetória interceptada por um caminhão Ford F4000 conduzido por Sebastião, que realizava conversão à esquerda e invadiu a pista contrária, segundo a investigação.
Imagens de câmeras de segurança analisadas pela polícia registraram o momento da colisão frontal. O guarda morreu antes da chegada do socorro.
Após a batida, o caminhoneiro deixou o local e foi encontrado posteriormente na própria residência, nas proximidades do cruzamento.
No auto de prisão em flagrante, o delegado Edson Caetano destacou que o crime prevê pena de cinco a oito anos de prisão, motivo pelo qual a fiança não foi arbitrada na delegacia.
Eugênio Zanatto Neto atuava havia 15 anos na Guarda Civil Metropolitana e trabalhava em operações de combate à embriaguez ao volante em parceria com órgãos de trânsito e segurança pública.
O sepultamento ocorreu sob forte comoção de familiares, amigos e colegas de corporação. Com informações: Ivi Noticia.
