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Suzane von Richthofen participou de visita técnica com estudantes de Direito em delegacia de Bragança Paulista durante atividade acadêmica (Foto: Reprodução/Redes Sociais).
Por: Editorial | 25/05/2026 14:43
A presença de Suzane von Richthofen em uma visita técnica a uma delegacia no interior de São Paulo chamou atenção e repercutiu entre estudantes e servidores da unidade policial.
A atividade acadêmica ocorreu na última sexta-feira no 1º Distrito Policial de Bragança Paulista e reuniu cerca de 20 alunos do curso de Direito da Universidade São Francisco, onde Suzane cursa atualmente o terceiro ano da graduação.
A visita integrou a disciplina de Direito Penal e foi acompanhada pela professora Márcia Caceres Yokoyama. Segundo informações divulgadas pela imprensa, o objetivo foi apresentar aos universitários o funcionamento prático de uma unidade policial, permitindo contato direto com delegados, investigadores e escrivães.
Durante aproximadamente duas horas, os estudantes participaram de conversas técnicas e esclareceram dúvidas sobre rotinas investigativas e procedimentos administrativos.
De acordo com relatos de participantes, Suzane manteve postura discreta durante toda a atividade e permaneceu em silêncio na maior parte do tempo, sem interagir de forma significativa com os profissionais da delegacia.
A postura reservada acabou chamando a atenção dos colegas, especialmente devido ao histórico criminal amplamente conhecido. Condenada a 39 anos de prisão pelo assassinato dos pais, Manfred e Marísia von Richthofen, ela esteve diversas vezes em delegacias durante as investigações do caso ocorrido em 2002.
O episódio também reacendeu lembranças do período em que Suzane iniciou sua primeira graduação em Direito, antes da condenação. Na época, participou de atividades acadêmicas externas, incluindo visitas ao Fórum Criminal da Barra Funda, local onde anos depois seria julgada e sentenciada.
Segundo colegas ouvidos pela imprensa, Suzane está hoje mais integrada ao ambiente universitário em comparação ao início da graduação. Apesar disso, ela evita confraternizações e compromissos fora do horário acadêmico.
Atualmente em regime aberto, ela precisa cumprir regras estabelecidas pela Justiça, entre elas horários específicos de permanência em casa.
A visita técnica transcorreu sem qualquer intercorrência e foi tratada pela instituição de ensino como atividade regular prevista no cronograma pedagógico do curso. Com informações: Metrópoles
