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Campo Grande amplia monitoramento da leishmaniose e vai analisar 7,4 mil cães


Levantamento realizado pelo Centro de Controle de Zoonoses busca identificar a circulação da doença e fortalecer ações de prevenção em todas as regiões da Capital.
Equipes do Centro de Controle de Zoonoses realizam coleta de sangue em cães para ampliar o monitoramento da leishmaniose visceral em Campo Grande (Foto: Divulgação). Por: Editorial | 09/06/2026 15:07

A Prefeitura de Campo Grande intensificou as ações de vigilância contra a leishmaniose visceral ao retomar o levantamento sorológico canino em todas as regiões da cidade. A iniciativa, coordenada pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), prevê a coleta de aproximadamente 7,4 mil amostras de sangue de cães para identificar a presença da doença e ampliar as estratégias de prevenção e controle.

A ação integra o Plano Municipal de Saúde e tem como objetivo mapear a circulação da enfermidade, inclusive em animais que não apresentam sintomas. Os dados obtidos permitirão traçar um panorama atualizado da situação epidemiológica da Capital e direcionar medidas mais eficazes de enfrentamento.

Os imóveis participantes são selecionados por sorteio aleatório com base em sistemas de georreferenciamento. A partir das informações coletadas, os técnicos conseguem identificar regiões com maior incidência da doença e compreender melhor o perfil dos animais infectados, auxiliando no planejamento das ações de saúde pública.

Considerada um importante desafio sanitário, a leishmaniose visceral afeta os cães e também representa risco à população. Por isso, equipes do CCZ realizam visitas domiciliares para orientar os moradores e efetuar a coleta de sangue dos animais selecionados para o estudo.

Os exames incluem testes rápidos para triagem e, nos casos com resultado positivo, a confirmação é feita por meio de análise laboratorial específica. Segundo a coordenação do Centro de Controle de Zoonoses, o levantamento é fundamental para aprimorar as estratégias de combate à doença e ampliar a proteção da população e dos animais.

Os trabalhos tiveram início em maio e devem seguir até o final de julho. Até o momento, as coletas já foram concluídas em algumas regiões da Capital, enquanto as equipes continuam atuando em outros bairros para cumprir a meta estabelecida.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que os profissionais responsáveis pela ação estão devidamente identificados e orienta os moradores a colaborarem com o levantamento, considerado essencial para o monitoramento da leishmaniose em Campo Grande. Com informações: Diário Digital

 

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