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João Ezequiel Pereira, policial civil de 52 anos, morreu após ser atingido por disparos durante uma discussão registrada no bairro Brasmadeira, em Cascavel. O caso segue sob investigação da Polícia Civil. (Foto: CGN)
Por: Editorial | 29/06/2026 09:25
Uma discussão registrada na noite de domingo (28) terminou de forma trágica no bairro Brasmadeira, em Cascavel. Um policial civil de 52 anos morreu após ser atingido por disparos de arma de fogo em frente a uma residência. O homem apontado como suspeito foi preso em flagrante pela Polícia Militar logo após a ocorrência.
A vítima foi identificada como João Ezequiel Pereira, policial civil que atuava na cidade de Santa Tereza do Oeste. Conforme as informações preliminares, ele chegou ao endereço em um automóvel e iniciou um desentendimento com o morador do imóvel.
Durante a discussão, diversos disparos foram efetuados. O policial foi atingido e não resistiu aos ferimentos, tendo o óbito constatado ainda no local pelas equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Testemunhas informaram que um disparo teria sido efetuado para o alto antes da sequência de tiros. Também circulou a informação de que o suspeito seria advogado, porém esse dado ainda não foi confirmado oficialmente pelas autoridades responsáveis pela investigação.
Uma equipe da Polícia Militar que realizava patrulhamento nas proximidades ouviu os disparos e se deslocou rapidamente até o endereço, efetuando a prisão em flagrante do suspeito.
No veículo conduzido pela vítima estavam uma mulher e uma criança. Na residência onde ocorreu a discussão também havia uma mulher e uma criança. Nenhuma das pessoas presentes ficou ferida.
O delegado Fabiano Moza informou que a Delegacia de Homicídios assumiu as investigações para esclarecer a motivação da discussão e a dinâmica dos fatos. Equipes da Polícia Científica e do Instituto Médico Legal (IML) realizaram os procedimentos periciais no local, enquanto testemunhas foram encaminhadas à delegacia para prestar depoimento.
As circunstâncias que levaram ao crime seguem sendo apuradas pelas autoridades. Com informações: CGN.
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