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Rubens morreu durante confronto após uma emboscada contra a escolta do Bope, na BR-262, em Corumbá - Foto: Divulgação
Por: Editorial | 05/07/2026 08:31
Rubens, de 35 anos, investigado por suspeita de participação na morte do soldado da Polícia Militar Marcelo Pimenta da Silva, morreu no fim da tarde deste sábado (4) durante uma ocorrência registrada no distrito de Albuquerque, em Corumbá. Ele havia sido preso na última quarta-feira (1º) e estava sendo transferido sob escolta do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) para Campo Grande.
De acordo com as informações divulgadas pelo Campo Grande News, a equipe realizava o deslocamento quando precisou interromper a viagem em um posto de combustíveis localizado às margens da BR-262 para realizar manutenção em uma das viaturas.
Durante a parada, os policiais foram surpreendidos por disparos efetuados a partir de uma área de mata próxima à rodovia. Os militares reagiram à ação e entraram na vegetação em busca dos autores dos tiros, dando início a um intenso confronto armado.
No decorrer da troca de tiros, Rubens foi atingido por um disparo. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.
Até o momento, as autoridades não informaram de onde partiu o tiro que atingiu o preso. Nenhum policial da escolta ficou ferido durante a ocorrência. Após o confronto, equipes do Bope permaneceram na região realizando buscas pelos responsáveis pelo ataque.
Rubens havia sido preso na quarta-feira (1º) durante as investigações que apuram a morte do soldado da Polícia Militar Marcelo Pimenta da Silva, baleado durante uma perseguição policial em Corumbá.
Segundo a investigação, a sequência criminosa começou em Ladário, após uma tentativa de homicídio contra um homem que conseguiu escapar ao se proteger em um veículo blindado. Na fuga, os suspeitos seguiram para Corumbá, onde passaram a ser perseguidos por equipes da Polícia Militar.
Durante o acompanhamento, ocupantes do veículo utilizado pelos criminosos efetuaram disparos contra os policiais. Marcelo Pimenta da Silva foi atingido gravemente, recebeu atendimento médico e passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos.
As investigações apontam que Rubens foi localizado juntamente com outro investigado quando ambos tentavam atravessar a fronteira. O segundo suspeito morreu posteriormente durante uma intervenção policial enquanto acompanhava equipes de segurança em diligências para localização de armamentos.
Ao longo da operação, as forças de segurança apreenderam armas de grosso calibre, pistolas, revólver, munições, rádios comunicadores, celulares, uma balaclava, distintivos, porções de maconha e o veículo apontado como utilizado na ação criminosa.
As circunstâncias da emboscada contra a escolta do Bope, a identificação dos responsáveis pelo ataque e a origem do disparo que atingiu Rubens seguem sendo apuradas pelas autoridades.
