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Hospital Regional de Mato Grosso do Sul informou que presta assistência à paciente e acompanha as investigações conduzidas pela Polícia Civil. (Foto: Bruno Rezende/Governo de Mato Grosso do Sul)
Por: Editorial | 13/07/2026 07:36
O Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (HRMS), em Campo Grande, informou que está apurando uma denúncia de violência sexual registrada por uma paciente de 27 anos durante o período em que permaneceu internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O caso também é investigado pela Polícia Civil, após o registro de boletim de ocorrência na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam).
Segundo a instituição, a direção tomou conhecimento da denúncia na sexta-feira (10) e, desde então, passou a adotar as providências administrativas necessárias, além de oferecer acolhimento e acompanhamento à paciente. Em nota oficial, o hospital afirmou que colabora integralmente com as autoridades responsáveis pela investigação e reforçou a confiança de que os fatos serão esclarecidos dentro do devido processo legal.
Conforme o relato apresentado à polícia, a paciente afirma que o abuso teria ocorrido durante a internação no período pós-parto. A denúncia aponta que um técnico de enfermagem, após realizar procedimentos relacionados ao atendimento, teria cometido a violência enquanto a mulher estava sob efeito de medicação e com a capacidade de reação comprometida. A vítima relatou que conseguiu perceber o ocorrido ao despertar e comunicou imediatamente o caso a profissionais da equipe de enfermagem.
Após receber a informação, uma técnica de enfermagem acionou a enfermeira responsável e a equipe de psicologia da unidade. Paralelamente, a ocorrência foi registrada na Deam, que instaurou investigação para apurar as circunstâncias do caso e identificar eventuais responsabilidades. O procedimento também inclui pedido de medidas protetivas em favor da paciente.
Em comunicado, o Hospital Regional destacou que acompanha o andamento das investigações e reafirmou o compromisso com a transparência, a proteção dos pacientes e o cumprimento das medidas cabíveis. Até o momento, não havia confirmação sobre eventual prisão ou indiciamento do profissional apontado na denúncia. O caso segue sob investigação das autoridades competentes. Com informações: Diário Digital
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