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A senadora Tereza Cristina é cotada para integrar como vice a chapa presidencial de Flávio Bolsonaro, mas composição ainda depende de aprovação partidária (Foto: Carlos Moura/Agência Senado e Andressa Anholete/Agência Senado)
Por: Editorial | 30/07/2026 15:15
A senadora Tereza Cristina (PP-MS), ex-ministra da Agricultura no governo de Jair Bolsonaro, sinalizou a aliados nesta quinta-feira (30) que aceitou o convite para ser candidata a vice-presidente na chapa encabeçada por Flávio Bolsonaro (PL).
A possível composição, no entanto, ainda precisa passar por etapas internas dos partidos. A candidatura depende da aprovação da Federação União Progressista, formada por PP e União Brasil, além do aval formal do Partido Progressistas durante convenção partidária.
Após o sinal positivo atribuído à senadora, o presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, teria iniciado consultas junto aos diretórios estaduais para avaliar o apoio à eventual aliança com o PL.
Até o momento, a orientação predominante dentro da federação era manter uma posição de neutralidade na disputa presidencial, com o objetivo de preservar alianças regionais e concentrar esforços nas eleições para governos estaduais e para o Congresso Nacional. Apesar das recentes articulações, integrantes da cúpula do PP ainda avaliam como difícil a formação de uma aliança formal com o PL.
Tereza Cristina é apontada como o nome preferido do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, para ocupar a vaga de vice. A avaliação é de que a presença da senadora poderia ampliar a força da candidatura de Flávio Bolsonaro junto ao setor do agronegócio e contribuir para aproximar a Federação União Progressista da aliança.
Nas últimas semanas, a senadora teria recebido pressão de dirigentes partidários, representantes do empresariado e integrantes do setor agropecuário para aceitar o convite.
Antes de sinalizar uma possível mudança de posição, Tereza Cristina vinha demonstrando preferência por permanecer no Senado Federal e disputar a Presidência da Casa em 2027. Esse teria sido um dos principais motivos apontados anteriormente para sua resistência em integrar a chapa presidencial.
A eventual indicação da senadora ainda depende das decisões internas dos partidos envolvidos e das formalidades previstas no calendário eleitoral. Até que essas etapas sejam concluídas, a composição da chapa permanece sujeita a alterações. Com informações: Metrópoles
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