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MS confirma primeira morte por dengue em 2026 enquanto chikungunya já soma 28 óbitos


Boletim da Secretaria de Estado de Saúde aponta quase 10 mil casos confirmados de chikungunya e mantém duas mortes por dengue sob investigação.
Boletim da SES confirmou a primeira morte por dengue em Mato Grosso do Sul neste ano (Foto: Divulgação) Por: Editorial | 31/07/2026 16:15

Mato Grosso do Sul registrou a primeira morte por dengue em 2026. O óbito foi confirmado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) e consta no boletim epidemiológico divulgado nesta quinta-feira (30). A vítima era moradora de Bonito. Outros dois óbitos suspeitos relacionados à doença continuam sendo analisados pelas autoridades sanitárias.

O levantamento mais recente também aponta que sete municípios apresentaram baixa incidência de casos confirmados de dengue nas últimas duas semanas. A lista inclui Santa Rita do Pardo, Nioaque, Paranhos, Sidrolândia, Itaquiraí, Três Lagoas e Chapadão do Sul.

Enquanto os registros de dengue são acompanhados pelas autoridades, a situação da chikungunya permanece como motivo de preocupação em Mato Grosso do Sul. Segundo os dados divulgados pela SES, o Estado contabiliza 12.735 notificações prováveis da doença, com 9.729 confirmações laboratoriais.

A chikungunya já provocou 28 mortes em Mato Grosso do Sul neste ano. Um outro óbito permanece sob investigação para determinar se há relação com a doença. Os casos fatais foram registrados nos municípios de Bonito, Douradina, Dourados, Fátima do Sul, Guia Lopes da Laguna, Itaporã, Jardim, Nioaque e Ponta Porã.

O boletim epidemiológico também destaca a ocorrência da doença entre gestantes. Ao todo, 114 mulheres grávidas tiveram diagnóstico confirmado de chikungunya em 2026.

Na área de prevenção, Mato Grosso do Sul recebeu 241.030 doses da vacina contra a dengue e já aplicou 223.322. Desse total, 201.349 doses foram destinadas ao público definido como prioritário para a campanha.

A vacinação contra a dengue é indicada para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos e é realizada em duas doses, com intervalo de três meses. A estratégia tem como foco uma faixa etária que apresenta índices relevantes de hospitalização em decorrência da doença.

Os dados reforçam a necessidade de manter as medidas de prevenção contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e da chikungunya, especialmente durante períodos favoráveis à proliferação do vetor. Com informações: Dourados Agora

 

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