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Corregedoria da Polícia Militar acompanha o caso, enquanto a Polícia Civil conduz a investigação sobre as denúncias apresentadas. (Foto: Arquivo)
Por: Editorial | 07/08/2026 13:52
Um coronel da reserva da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul passou a ser investigado após ser denunciado pela própria filha por supostos crimes de estupro de vulnerável e outros delitos contra a dignidade sexual. O caso foi registrado nesta quinta-feira (6), em Campo Grande, e encaminhado à Polícia Civil, que ficará responsável pela investigação.
Segundo o boletim de ocorrência, a denunciante, atualmente com 33 anos, procurou uma unidade da Polícia Militar para relatar que os abusos teriam começado quando ela ainda era criança e se estendido por vários anos.
De acordo com o registro policial, a mulher informou que os primeiros episódios ocorreram quando ela tinha 9 anos de idade e que as violências teriam continuado durante a adolescência. Ela também relatou às autoridades que sofreu ameaças para não revelar os fatos.
Ainda conforme a denúncia, a mulher afirmou que outras pessoas da família também teriam sido vítimas de abusos atribuídos ao investigado. Essas informações fazem parte do relato apresentado à polícia e serão apuradas no decorrer da investigação.
Diante da gravidade das acusações, a denunciante solicitou medidas de proteção para ela e para a mãe, além do afastamento do investigado do convívio familiar. O caso foi encaminhado à autoridade policial competente, que deverá analisar o pedido de medidas protetivas e dar continuidade aos procedimentos investigativos.
A identidade do investigado não foi divulgada pelas autoridades nem reproduzida nesta reportagem, uma vez que sua divulgação poderia resultar na identificação indireta das vítimas e de familiares envolvidos.
Em nota, a Polícia Militar de Mato Grosso do Sul informou que tomou conhecimento da denúncia e esclareceu que a Corregedoria da corporação instaurou procedimento para acompanhar o caso, enquanto a investigação criminal ficará a cargo da Polícia Civil. A instituição destacou que não compactua com condutas que violem a legislação ou a dignidade humana e afirmou que colaborará com a apuração dos fatos.
Até o momento, não há decisão judicial sobre o caso, e as denúncias seguem sob investigação pelas autoridades competentes. Com informações: Aconteceu MS
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