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Hoje é Segunda-feira, 10 de Agosto de 2026.
Denise Dibrell, de 52 anos, precisou amputar as duas pernas abaixo dos joelhos após sofrer complicações de uma infecção respiratória. (Foto: Divulgação)
Por: Editorial | 10/08/2026 16:47
Uma viagem para um casamento terminou em uma grave emergência de saúde para a norte-americana Denise Dibrell, de 52 anos. Moradora de Las Vegas, ela desenvolveu sintomas semelhantes aos de uma gripe após viajar ao Tennessee, em julho de 2025, mas o quadro evoluiu rapidamente para pneumonia, insuficiência respiratória e choque séptico.
Com a piora da condição clínica, Denise precisou ser internada e permaneceu por cerca de 30 dias em coma induzido. Durante o tratamento, foram utilizados medicamentos vasopressores para manter a pressão arterial e garantir o fluxo sanguíneo aos órgãos vitais.
A condição, porém, provocou uma grave redução da circulação nos pés, causando a morte dos tecidos. Após acordar do coma, Denise precisou passar por uma cirurgia para amputar as duas pernas abaixo dos joelhos.
Segundo o relato da paciente, os primeiros sintomas apareceram depois da viagem. Ao retornar para casa, ela apresentou tosse e dificuldade para respirar e precisou procurar atendimento médico.
No hospital, exames apontaram infecção por gripe A. Como a saturação de oxigênio estava baixa e o quadro respiratório se agravava, ela foi encaminhada para atendimento de emergência.
Depois disso, Denise não se recorda dos acontecimentos seguintes. Ela só voltou a ter consciência cerca de 30 dias depois.
A família foi chamada ao hospital e informada sobre a gravidade da situação. Durante o período em coma, Denise precisou receber medicamentos para elevar a pressão arterial e manter a circulação adequada.
Durante a internação, os pés da paciente sofreram uma grave perda de circulação, resultando na morte dos tecidos. Após despertar, ela ainda sentia fortes dores e precisou enfrentar uma nova cirurgia.
Cerca de 25 dias depois da alta hospitalar, Denise passou por um procedimento de aproximadamente três horas para amputar as duas pernas abaixo dos joelhos.
Apesar da gravidade do quadro, ela sobreviveu e iniciou uma nova etapa de recuperação.
Além das consequências físicas, Denise também enfrentou dificuldades financeiras. Ela perdeu o emprego e, com isso, deixou de contar com o plano de saúde que ajudava no tratamento e na reabilitação.
Atualmente, ela realiza a adaptação às próteses e conta com uma campanha de arrecadação para ajudar a custear as despesas médicas e o processo de recuperação.
Em relatos publicados após o caso, Denise afirma que passou a enxergar a experiência como uma segunda chance. Para ela, a prioridade agora é reconstruir a própria vida e recuperar a autonomia após a grave infecção.
O caso chama atenção para a possibilidade de infecções respiratórias evoluírem para complicações graves, especialmente quando há comprometimento importante da função pulmonar e da circulação. Com informações: Metrópoles
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