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Hoje é Quarta-feira, 12 de Agosto de 2026.
Por: Editorial | 12/08/2026 06:21
Quem furta celular, bicicleta, fios, ferramentas e até plantas já não surpreende tanto. Mas, em Três Lagoas, um caso inusitado chamou a atenção e deixou uma pergunta no ar: afinal, para que alguém iria querer furtar pedras de jardim?
O caso aconteceu por volta das 22h30 do último domingo (9), Dia dos Pais, em uma residência localizada na Rua Raildo de Oliveira Gomes, no bairro Vila Alegre. A ação foi registrada por uma câmera de segurança instalada no imóvel.
De acordo com as imagens, o homem teria passado duas vezes de motocicleta em frente à residência, aparentemente observando o imóvel e o jardim.
Depois da primeira passagem, ele retornou ao local. Usando capacete e carregando um saco branco, estacionou a motocicleta, aproximou-se da área externa da residência e começou a retirar as pedras utilizadas na decoração do jardim.
E não levou apenas algumas.
Dezenas de pedras brancas foram retiradas e colocadas dentro do saco, em uma operação rápida, mas suficiente para deixar o jardim desfalcado e o proprietário no prejuízo.
Após recolher as pedras, o homem deixou o local de motocicleta.
O que torna o caso curioso é justamente a escolha do objeto. Em vez de procurar um celular, uma bicicleta ou qualquer outro item de maior valor aparente, o suspeito teria demonstrado interesse específico pelas pedras decorativas do jardim.
A cena registrada pela câmera parece até uma espécie de “visita técnica”: passa uma vez, observa, volta, escolhe o material e sai com o carregamento.
Mas a grande pergunta continua sem resposta:
O que ele pretendia fazer com tantas pedras?
Montar um jardim em casa? Decorar um canteiro? Revender? Fazer alguma obra? Ou simplesmente gostou da decoração e decidiu levar para casa?
Até agora, ninguém sabe.
A situação ganhou um tom inusitado entre os moradores e pessoas que tomaram conhecimento do caso. Afinal, se existe uma justificativa improvável para chegar em casa com um saco cheio de pedras, esta certamente entraria na lista:
“Amor, comprei umas pedras para o jardim.”
Só que, neste caso, a “compra” aparentemente não teve caixa, pagamento ou nota fiscal.
Embora o episódio possa provocar risadas pela escolha do objeto, o prejuízo para a vítima é real. A retirada de um bem pertencente a outra pessoa, sem autorização, pode caracterizar furto, independentemente de se tratar de um celular, uma bicicleta ou uma pedra utilizada na decoração de um jardim.
O caso também serve de alerta para moradores que mantêm vasos, plantas, pedras, enfeites e outros objetos decorativos em jardins, calçadas e áreas externas.
Nesse tipo de situação, as câmeras de segurança podem ser importantes para registrar a ação e auxiliar na identificação do responsável.
Até o momento, o homem não foi identificado. As imagens deverão ser encaminhadas às autoridades policiais para auxiliar nas providências e na eventual identificação do suspeito.
Enquanto o responsável não é localizado, fica a pergunta que transformou um simples furto em um caso curioso:
Quem levou as pedras? E, principalmente, onde será que vai parar esse “paisagismo” feito na base do furto? Com informações TLNotícias @portaldoconesul
