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Alexandre de Freitas, de 49 anos, morreu após o caminhão que conduzia cair no Rio Taquari com o desabamento da ponte na MS-168. (Foto: Reprodução)
Por: Editorial | 14/08/2026 14:13
O corpo do caminhoneiro Alexandre de Freitas, de 49 anos, foi liberado para a família após ser retirado da cabine do caminhão que caiu no Rio Taquari, em Coxim, depois do desabamento de uma ponte na MS-168. Morador de Campo Grande, o motorista morreu durante o acidente ocorrido na manhã de quinta-feira (13).
Alexandre estava sozinho no caminhão Mercedes-Benz Actros 2651S, que transportava lingotes de concreto. A informação anterior de que havia um passageiro no veículo foi corrigida posteriormente pelo Governo de Mato Grosso do Sul.
A ponte João Wenceslau Leite de Barros cedeu enquanto o caminhão atravessava a estrutura. Com o colapso, o veículo caiu no Rio Taquari e ficou parcialmente submerso, com o motorista preso na cabine.
Mergulhadores do Corpo de Bombeiros trabalharam durante aproximadamente nove horas até localizar o veículo. O corpo foi retirado ainda na tarde de quinta-feira e, posteriormente, encaminhado para necroscopia.
Após os procedimentos, Alexandre foi liberado para a família. O velório será realizado em Campo Grande, onde ele morava, mas o local e o horário da cerimônia ainda não haviam sido confirmados.
O caminhão permanece submerso no rio. Parte da estrutura da ponte que desabou ficou sobre o veículo, e as equipes responsáveis ainda avaliam a melhor maneira de realizar a retirada devido às dificuldades da operação.
A ponte João Wenceslau Leite de Barros possui 168 metros de extensão e 4,80 metros de largura. A estrutura foi inaugurada em 2009 e está localizada na Estrada Taquari, trecho da MS-168 que conecta regiões pantaneiras do Paiaguás e da Nhecolândia.
Embora o ponto do acidente esteja dentro do município de Corumbá, Coxim é a cidade mais próxima, situada a aproximadamente 115 quilômetros da ponte.
As causas do desabamento ainda não foram determinadas. Equipes da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Seilog) e das forças de segurança trabalham para identificar o que provocou o colapso da estrutura.
Segundo o Governo do Estado, ainda não existem resultados conclusivos que permitam apontar a causa do acidente.
Com a destruição da ponte, o trecho permanece interditado. A orientação aos motoristas é utilizar rotas alternativas pelas MS-423 ou MS-214, com ligação pela BR-163. A mudança pode aumentar o trajeto em aproximadamente 100 quilômetros para quem precisa atravessar a região. Com informações: Campo Grande News
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